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quarta-feira, 13 de agosto de 2008
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Seminário sobre investimento cultural em SP
JORNAL VIRTUAL DAS ARTES
http://jornaldasartes.blogspot.com/
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=3617580
jornaldasartes@gmail.com
Seminário sobre investimento cultural em SP
Acontece, na Pinacoteca do Estado de São Paulo, entre os dias 9 e 13 de junho, um seminário para discutir as principais tendências do investimento em cultura no país.
Entre os temas abordados estão parcerias do setor público com a iniciativa privada, perspectivas das artes plásticas, rumos do teatro, mercado musical e projetos socioculturais.
Participam do evento, como debatedores, representantes da Secretaria do Estado de São Paulo, da Secretaria do Município de São Paulo, da Pinacoteca do Estado, do GIFE, do Datafolha, da Vivo, da Energias do Brasil, do Credit Suisse, do Santander, da Usiminas, da Vale, da Oses, da Cinemateca, do Projeto Aprendiz, da Fundação Victor Civita, do Doutores da Alegria, da Eletrocooperativa, do Festival Vale do Café, da Galeria Fortes Vilaça, da Base 7, da Cine Tela Brasil, do Circo Roda Brasil, da BF Produções e da J. Leiva Cultura e Esportes.
O seminário será realizado das 8h30 às 13h30, na Estação Pinacoteca, que fica na Praça da Luz, em São Paulo. Jornalistas de veículos de comunicação como Veja, Folha de S. Paulo, Bravo!, Nova Escola, entre outros, irão mediar as discussões
Confira a programação:
Segunda-feira 09.06
Parceria púyblico X privada
MESA 1
Mediador: Marcelo Araújo (Pinacoteca)
Palestrantes: Secretaria Estadual da Cultura e Carlos Augusto Calil (Prefeitura de São Paulo)
MESA 2
Mediador: Carlos Graieb (Revista Veja)
Palestrantes: Carlos Magalhães (Cinemateca) e Gilberto Dimenstein (Aprendiz)
Terça-feira 10.06
Artes Plásticas
MESA 1
Mediador: Marcos Augusto Gonçalves (Jornal Folha de S.Paulo)
Palestrantes: Marcelo Araújo (Pinacoteca), Ronaldo Barbosa (Vale) e Fabio Coutinho (Fundação Iberê Camargo)
MESA 2
Mediadora: Angélica de Moraes (Curadora)
Palestrantes: José Olympio Pereira (Credit Suisse), Márcia Fortes (Galeria Fortes Vilaça) e Ricardo Ribenboim (Produtor)
Quarta-feira 11.06
Artes Cênicas
MESA 1
Mediador: Valmir Santos (Jornal Folha de S.Paulo)
Palestrantes: Silvia Messias (Banco Santander), Mario Martini (Cult) e Claudio Fontana (Ator/Produtor)
MESA 2
Mediador: Aimar Labaki (Dramaturgo/Diretor)
Palestrantes: Carlos Vieira (Energias do Brasil) e Hugo Possolo (Circo Roda Brasil)
Quinta-feira 12.06
Música
MESA 1
Mediador: João Gabriel de Lima (Revista Bravo!)
Palestrantes: Helena Santos (Banco HSBC), Carlos Harasawa (OSESP) e Reinaldo Pamponet Filho (Eletrocooperativa)
MESA 2
Mediadora: Patricia Palumbo (Jornalista)
Palestrantes: Cristina Braga (Vale do Café) e Marlene Treuk (Datafolha)
Sexta-feira 13.06
Projetos Socioculturais
MESA 1
Mediador: Gabriel Pillar Grossi (Revista Nova Escola)
Palestrantes: Wellington Nogueira (Doutores da Alegria), Eliane Parreiras (Usiminas/Cosipa) e Luis Bolognesi (Cine Tela Brasil)
MESA 2
Mediador: João Leiva (J.Leiva Cultura & Esporte)
Palestrantes: Andrea Marquez (Visanet), Fernando Rosseti (GIFE) e David Saad (Fundação Victor Civita)
Valores para participação no seminário:
1 Dia R$ 50,00
2 Dias R$ 80,00 (Desconto de 20%)
3 Dias R$ 100,00 (Desconto de 33%)
4 Dias R$ 120,00 (Desconto de 40%)
5 Dias R$ 125,00 (Desconto de 50%)
Acontece, na Pinacoteca do Estado de São Paulo, entre os dias 9 e 13 de junho, um seminário para discutir as principais tendências do investimento em cultura no país.
Entre os temas abordados estão parcerias do setor público com a iniciativa privada, perspectivas das artes plásticas, rumos do teatro, mercado musical e projetos socioculturais.
Participam do evento, como debatedores, representantes da Secretaria do Estado de São Paulo, da Secretaria do Município de São Paulo, da Pinacoteca do Estado, do GIFE, do Datafolha, da Vivo, da Energias do Brasil, do Credit Suisse, do Santander, da Usiminas, da Vale, da Oses, da Cinemateca, do Projeto Aprendiz, da Fundação Victor Civita, do Doutores da Alegria, da Eletrocooperativa, do Festival Vale do Café, da Galeria Fortes Vilaça, da Base 7, da Cine Tela Brasil, do Circo Roda Brasil, da BF Produções e da J. Leiva Cultura e Esportes.
O seminário será realizado das 8h30 às 13h30, na Estação Pinacoteca, que fica na Praça da Luz, em São Paulo. Jornalistas de veículos de comunicação como Veja, Folha de S. Paulo, Bravo!, Nova Escola, entre outros, irão mediar as discussões
Confira a programação:
Segunda-feira 09.06
Parceria púyblico X privada
MESA 1
Mediador: Marcelo Araújo (Pinacoteca)
Palestrantes: Secretaria Estadual da Cultura e Carlos Augusto Calil (Prefeitura de São Paulo)
MESA 2
Mediador: Carlos Graieb (Revista Veja)
Palestrantes: Carlos Magalhães (Cinemateca) e Gilberto Dimenstein (Aprendiz)
Terça-feira 10.06
Artes Plásticas
MESA 1
Mediador: Marcos Augusto Gonçalves (Jornal Folha de S.Paulo)
Palestrantes: Marcelo Araújo (Pinacoteca), Ronaldo Barbosa (Vale) e Fabio Coutinho (Fundação Iberê Camargo)
MESA 2
Mediadora: Angélica de Moraes (Curadora)
Palestrantes: José Olympio Pereira (Credit Suisse), Márcia Fortes (Galeria Fortes Vilaça) e Ricardo Ribenboim (Produtor)
Quarta-feira 11.06
Artes Cênicas
MESA 1
Mediador: Valmir Santos (Jornal Folha de S.Paulo)
Palestrantes: Silvia Messias (Banco Santander), Mario Martini (Cult) e Claudio Fontana (Ator/Produtor)
MESA 2
Mediador: Aimar Labaki (Dramaturgo/Diretor)
Palestrantes: Carlos Vieira (Energias do Brasil) e Hugo Possolo (Circo Roda Brasil)
Quinta-feira 12.06
Música
MESA 1
Mediador: João Gabriel de Lima (Revista Bravo!)
Palestrantes: Helena Santos (Banco HSBC), Carlos Harasawa (OSESP) e Reinaldo Pamponet Filho (Eletrocooperativa)
MESA 2
Mediadora: Patricia Palumbo (Jornalista)
Palestrantes: Cristina Braga (Vale do Café) e Marlene Treuk (Datafolha)
Sexta-feira 13.06
Projetos Socioculturais
MESA 1
Mediador: Gabriel Pillar Grossi (Revista Nova Escola)
Palestrantes: Wellington Nogueira (Doutores da Alegria), Eliane Parreiras (Usiminas/Cosipa) e Luis Bolognesi (Cine Tela Brasil)
MESA 2
Mediador: João Leiva (J.Leiva Cultura & Esporte)
Palestrantes: Andrea Marquez (Visanet), Fernando Rosseti (GIFE) e David Saad (Fundação Victor Civita)
Valores para participação no seminário:
1 Dia R$ 50,00
2 Dias R$ 80,00 (Desconto de 20%)
3 Dias R$ 100,00 (Desconto de 33%)
4 Dias R$ 120,00 (Desconto de 40%)
5 Dias R$ 125,00 (Desconto de 50%)
Fonte Cultura e Mercado - Redação - DUO
O que é cultural para as leis
O que é cultural para as leis
Geralmente, o que causa mais celeuma no mundo cultural é a divulgação do alto custo de alguns projetos aprovados para captar recursos pela Lei Rouanet. Mas uma análise dos projetos rejeitados pela mesma legislação também pode ser um exercício elucidativo das motivações e dos meandros do incentivo cultural no País.
Há duas semanas, foi divulgada pelo Ministério da Cultura a lista dos projetos examinados na 152ª reunião da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). Dos 531 projetos que constavam na pauta, 438 foram aprovados, mas 58 foram indeferidos, 33 retirados de pauta e 2 não analisados. Ou seja: 93 projetos foram recusados, cerca de 17% do total. A CNIC é metade formada por representantes da sociedade civil e a outra metade por representantes do governo. Foram analisados projetos nas áreas de artes cênicas, artes plásticas, música, patrimônio, audiovisual, humanidades e artes integradas.
Entre os projetos indeferidos, estão dois filmes documentários sobre o universo futebolístico, Romário Mais de 1000 e Rogério Ceni. O primeiro foi rejeitado por não comprovar um tratamento "eminentemente cultural", segundo o voto do conselheiro que o indeferiu. O segundo filme, sobre o goleiro do São Paulo, Rogério Ceni, não foi aprovado por extrapolar o limite estabelecido pela Secretaria do Audiovisual (R$ 500 mil).
A fronteira entre o que é e o que não é considerado cultural derrubou muitos projetos, como o de uma conhecida marca de cosméticos que pretendia contar sua história (o que é considerado um expediente institucional). Os blocos de Carnaval, que já fizeram a festa com patrocínios incentivados, estão tendo problemas agora. O plano do Babado Elétrico foi indeferido com a consideração de que é "Carnaval fora de época e com venda de abadás".
Projetos que envolvem altas somas de dinheiro também estão na mira. O espetáculo Cabaret teve seu pedido retirado da pauta por apresentar um orçamento "muito acima da realidade de mercado" e não justificar esses gastos adequadamente. Entre cenários estimados em R$ 250 mil, também aparece a contratação de preparadores de corpo e voz durante seis meses para a temporada. (Agência Estado)
Geralmente, o que causa mais celeuma no mundo cultural é a divulgação do alto custo de alguns projetos aprovados para captar recursos pela Lei Rouanet. Mas uma análise dos projetos rejeitados pela mesma legislação também pode ser um exercício elucidativo das motivações e dos meandros do incentivo cultural no País.
Há duas semanas, foi divulgada pelo Ministério da Cultura a lista dos projetos examinados na 152ª reunião da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). Dos 531 projetos que constavam na pauta, 438 foram aprovados, mas 58 foram indeferidos, 33 retirados de pauta e 2 não analisados. Ou seja: 93 projetos foram recusados, cerca de 17% do total. A CNIC é metade formada por representantes da sociedade civil e a outra metade por representantes do governo. Foram analisados projetos nas áreas de artes cênicas, artes plásticas, música, patrimônio, audiovisual, humanidades e artes integradas.
Entre os projetos indeferidos, estão dois filmes documentários sobre o universo futebolístico, Romário Mais de 1000 e Rogério Ceni. O primeiro foi rejeitado por não comprovar um tratamento "eminentemente cultural", segundo o voto do conselheiro que o indeferiu. O segundo filme, sobre o goleiro do São Paulo, Rogério Ceni, não foi aprovado por extrapolar o limite estabelecido pela Secretaria do Audiovisual (R$ 500 mil).
A fronteira entre o que é e o que não é considerado cultural derrubou muitos projetos, como o de uma conhecida marca de cosméticos que pretendia contar sua história (o que é considerado um expediente institucional). Os blocos de Carnaval, que já fizeram a festa com patrocínios incentivados, estão tendo problemas agora. O plano do Babado Elétrico foi indeferido com a consideração de que é "Carnaval fora de época e com venda de abadás".
Projetos que envolvem altas somas de dinheiro também estão na mira. O espetáculo Cabaret teve seu pedido retirado da pauta por apresentar um orçamento "muito acima da realidade de mercado" e não justificar esses gastos adequadamente. Entre cenários estimados em R$ 250 mil, também aparece a contratação de preparadores de corpo e voz durante seis meses para a temporada. (Agência Estado)
Fonte: O Povo - Duo
quinta-feira, 29 de maio de 2008
O lado mais fraco da corda Cultural
O lado mais fraco da corda
O MinC bate no show business mas quem leva a pior são os pequenos produtores. O Centro Cultural Banco do Brasil já admite fazer readequações em sua programação por conta de problemas na aprovação de projetos na Lei Rouanet. A Petrobras ameaça cancelar cerca de 30 projetos selecionados por edital até 31 de maio se estes não aprovarem seus projetos; empresas privadas reavaliam estratégias e pensam em abolir editais por causa da insegurança jurídica provocada pela má gestão do MinC e pela operação tartaruga da Funarte.
Matéria de André Miranda, do jornal "O Globo" de sábado anuncia a tragédia:
Produtores têm até o dia 31 para garantir o PPC
Petrobras acredita que 30 projetos vão perder o patrocínio por não ter a aprovação na lei
Mais de 50 produtores têm até o fim da próxima semana para apresentar seus projetos aprovados na Lei Rouanet, sob o risco de perder um dos patrocínios mais concorridos do país, o Programa Petrobras Cultural (PPC). Será a primeira vez que a Petrobras vai fazer cumprir um limite para que os contemplados por seu edital se adéqüem à exigência mínima antes da assinatura dos contratos. Há casos, inclusive, de propostas selecionadas há mais de dois anos e que, até hoje, ainda não foram assinadas.
A data-limite para os produtores é o dia 31 de maio, estipulada pela Petrobras em janeiro, depois que um levantamento apontou que 152 projetos vencedores do PPC ainda não tinham conseguido a aprovação na Lei Rouanet. Isso representava um valor total de R$ 52 milhões em patrocínio reservado, mas parado até que a situação fosse regularizada. Uma carta foi enviada para todos os 152 proponentes, informando o limite. Até o início de maio, 85 já haviam conseguido a inclusão na lei, e os contratos foram assinados. Correm o risco de perder o patrocínio, portanto, 67 projetos.
Nós democratizamos o acesso às seleções públicas, mas esbarramos na falta de estrutura dos proponentes, principalmente nas áreas de memória e formação. Então, estendíamos o prazo, que era o dia 31 de março. Desta vez, não dá para estender mais explica Eliane Costa, gerente de patrocínios da Petrobras. Havia projetos da edição 2005/2006 do PPC ainda sem contratos.
Havia, também, proponentes que nem constituíam uma empresa de natureza cultural. A Petrobras acredita que 30 projetos vão perder o prazo de 31 de maio e deixar de receber o patrocínio. A sobra deve ser de R$ 3 milhões, verba que poderá ser usada em outras atividades culturais da empresa. Para a próxima edição do PPC, será exigida a aprovação na lei de incentivo antes de o projeto se candidatar ao patrocínio.
Embora impopular, é uma medida necessária. Somos uma empresa, trabalhamos com um orçamento diz Eliane. Sabemos que será uma preocupação a mais para os produtores culturais, mas ao mesmo tempo achamos que eles já estão mais amadurecidos.
O temor do mercado é que a lei caia no descrédito e deixe de ser utilizada por empresas, sobretudo as que investem dentro do perfil desejado pelo próprio MinC: com planejamento, editais públicos, buscando efeitos sociais mais densos.
Como os beneficiários desse tipo de política são geralmente de menor porte e poder aquisitivo, o que dificulta o acesso à informação e à mão de obra qualificada para representá-los junto ao MinC, eles acabam sendo os maiores penalizados pela inoperância administrativa do MinC e especialmente da Funarte, que acumula cerca de 4 mil projetos em análise, segundo fontes do mercado.
O MinC bate no show business mas quem leva a pior são os pequenos produtores. O Centro Cultural Banco do Brasil já admite fazer readequações em sua programação por conta de problemas na aprovação de projetos na Lei Rouanet. A Petrobras ameaça cancelar cerca de 30 projetos selecionados por edital até 31 de maio se estes não aprovarem seus projetos; empresas privadas reavaliam estratégias e pensam em abolir editais por causa da insegurança jurídica provocada pela má gestão do MinC e pela operação tartaruga da Funarte.
Matéria de André Miranda, do jornal "O Globo" de sábado anuncia a tragédia:
Produtores têm até o dia 31 para garantir o PPC
Petrobras acredita que 30 projetos vão perder o patrocínio por não ter a aprovação na lei
Mais de 50 produtores têm até o fim da próxima semana para apresentar seus projetos aprovados na Lei Rouanet, sob o risco de perder um dos patrocínios mais concorridos do país, o Programa Petrobras Cultural (PPC). Será a primeira vez que a Petrobras vai fazer cumprir um limite para que os contemplados por seu edital se adéqüem à exigência mínima antes da assinatura dos contratos. Há casos, inclusive, de propostas selecionadas há mais de dois anos e que, até hoje, ainda não foram assinadas.
A data-limite para os produtores é o dia 31 de maio, estipulada pela Petrobras em janeiro, depois que um levantamento apontou que 152 projetos vencedores do PPC ainda não tinham conseguido a aprovação na Lei Rouanet. Isso representava um valor total de R$ 52 milhões em patrocínio reservado, mas parado até que a situação fosse regularizada. Uma carta foi enviada para todos os 152 proponentes, informando o limite. Até o início de maio, 85 já haviam conseguido a inclusão na lei, e os contratos foram assinados. Correm o risco de perder o patrocínio, portanto, 67 projetos.
Nós democratizamos o acesso às seleções públicas, mas esbarramos na falta de estrutura dos proponentes, principalmente nas áreas de memória e formação. Então, estendíamos o prazo, que era o dia 31 de março. Desta vez, não dá para estender mais explica Eliane Costa, gerente de patrocínios da Petrobras. Havia projetos da edição 2005/2006 do PPC ainda sem contratos.
Havia, também, proponentes que nem constituíam uma empresa de natureza cultural. A Petrobras acredita que 30 projetos vão perder o prazo de 31 de maio e deixar de receber o patrocínio. A sobra deve ser de R$ 3 milhões, verba que poderá ser usada em outras atividades culturais da empresa. Para a próxima edição do PPC, será exigida a aprovação na lei de incentivo antes de o projeto se candidatar ao patrocínio.
Embora impopular, é uma medida necessária. Somos uma empresa, trabalhamos com um orçamento diz Eliane. Sabemos que será uma preocupação a mais para os produtores culturais, mas ao mesmo tempo achamos que eles já estão mais amadurecidos.
O temor do mercado é que a lei caia no descrédito e deixe de ser utilizada por empresas, sobretudo as que investem dentro do perfil desejado pelo próprio MinC: com planejamento, editais públicos, buscando efeitos sociais mais densos.
Como os beneficiários desse tipo de política são geralmente de menor porte e poder aquisitivo, o que dificulta o acesso à informação e à mão de obra qualificada para representá-los junto ao MinC, eles acabam sendo os maiores penalizados pela inoperância administrativa do MinC e especialmente da Funarte, que acumula cerca de 4 mil projetos em análise, segundo fontes do mercado.
Fonte: Cultura e Mercado - Leonardo Brant e DUO
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