terça-feira, 14 de agosto de 2007

Curso Livre Cultura e Mercado - 3º edição

 

Instituto Pensarte abre inscrições para a terceira

edição do Curso Livre Cultura e Mercado

 

Profissionais como Cláudio Prado (Coordenador de Cultura Digital do Ministério da Cultura), Fabio Cesnik (especialista em incentivo fiscal à cultura) e Leonardo Brant (presidente da Brant Associados) ministrarão as aulas 

 

O Instituto Pensarte, organização sociocultural de interesse público, recebe até 17 de agosto inscrições para a terceira edição do Curso Livre Cultura e Mercado, que será realizado de 22 de agosto a 19 de dezembro, em São Paulo. Dividido em três eixos – cenário, conceito e práxis –, o curso abordará temas relevantes ligados à prática cultural e será ministrado por renomados profissionais do setor.

 

Para abrir o curso, o Pensarte promoverá a aula magna "Diversidade Cultural, Mestiçagem, o Monstro" no dia 15 de agosto, das 19h às 22h. Ela será ministrada pelo cientista político e Doutor em História Social pela Universidade de Paris I, Giuseppe Cocco. A entrada é gratuita e as inscrições deverão ser feitas antecipadamente pelo e-mail cursos@pensarte.org.br ou pelo telefone (11) 3667-9859.

 

"Reformulamos e ampliamos o programa desta edição do Cultura e Mercado, incluindo novos conteúdos. A proposta é que sejam abordadas questões atuais e de grande relevância do cenário cultural", explica o presidente do Instituto Pensarte, Bento Andreato. Foram selecionados 18 temas para serem discutidos durante as aulas. Entre eles, estão: diversidade cultural, culturas populares, jornalismo cultural independente, cooperação internacional e redes culturais. Estes temas serão abordados por fundadores, diretores e consultores do Instituto Pensarte, além de pesquisadores e pensadores de renome internacional.

 

O Coordenador de Cultura Digital do Ministério da Cultura, Cláudio Prado; a Coordenadora de Comunicação Institucional da Avon Brasil, Cida Medeiros; o especialista em incentivo fiscal à cultura e sócio do Cesnik Quintino & Salinas Advogados, Fabio Cesnik; o fundador do Pensarte, curador do Curso Livre Cultura e Mercado e presidente da  Brant Associados, Leonardo Brant; o editor do Cultura e Mercado, Carta Maior e 100 canais, Eduardo Carvalho; e o Professor de Economia da Cultura da Universidade Cândido Mendes, Sérgio Sá Leitão, estão entre os profissionais que ministrarão as aulas.

 

Além das informações transmitidas durante o curso, os alunos terão acesso a um site exclusivo, onde encontrarão bibliografias, materiais de suporte, fóruns de discussão, além de textos complementares. Alguns conteúdos estarão disponíveis para download.

 

As aulas do Cultura e Mercado acontecerão às quartas-feiras, das 19h às 22h, ou aos sábados, quinzenalmente, das 9h às 12h e das 14h às 17h. Cada uma destas turmas terá 60 vagas. O curso tem carga horária de 54h, ao custo de R$ 540,00 (que podem ser parcelados em até 3 vezes). O Pensarte concederá bolsas de estudos por meio de um processo seletivo. Mais informações pelo  telefone (11) 3667-9859, cursos@pensarte.org.br, ou ainda pelos sites www.pensarte.org.br, www.culturaemercado.com.br

 

Temas – Curso Livre Cultura e Mercado

 

Aula Magna: Diversidade Cultural, Mestiçagem, o Monstro – Giuseppe Cocco

 

[Cenário] Políticas Culturais – Hamilton Faria

 

[Práxis] Cultura Política – Caia Fittipaldi

 

[Conceito] Diversidade Cultural – José Márcio Barros

 

 

[Cenário] Acesso à Cultura (A2K) – Pedro Paranaguá

 

[Práxis] Redes Culturais – Bento Andreato

 

[Conceito] Direitos e Liberdades Culturais – Marta Porto 

 

 

[Cenário] Economia da Cultura – Sérgio Sá Leitão

 

[Práxis] Gestão Cultural – Minom Pinho

 

[Conceito] Cultura Digital – Claudio Prado

 

 

[Cenário] Cultura de Vida – Cida Medeiros

 

[Práxis] Arquitetura Cultural – Leonardo Brant

 

[Conceito] Jornalismo Cultural Independente – Eduardo Carvalho

 

 

[Cenário] Financiamento à Cultura – Fábio Cesnik

 

[Práxis] Leis de Incentivo à Cultura – José Maurício Fittipaldi

 

[Cenário] Culturas Populares – Marcelo Manzzati

 

 

[Cenário] Cooperação Internacional – Lala Deheinzelin

 

[Conceito] Democracia Cultural – André Martinez

 

[Práxis] Democracia Cultural – André Martinez

 

Instituto Pensarte - Desde 2000, quando foi fundado pela Brant Associados, o Instituto Pensarte, organização sociocultural de interesse público que compõe uma rede de mais de 400 associados representados nas cinco regiões do país, vem disseminando informações e promovendo atividades que contribuem para a transformação da sociedade por meio da cultura. Com esse propósito, o Instituto desenvolve programas contínuos e complementares, tais como cursos, seminários e debates sobre Política Cultural, Mercado Cultural, Direito Autoral e Patrimônio Cultural que inserem a cultura na política pública e privada e interagem os diversos agentes deste setor, além de conscientizar a sociedade brasileira sobre a sua importância.

 

Na área de pesquisas, o Instituto – membro da Global Alliance for Culture, Diversity/Unesco, International Network for Culture Diversity e Global Committee on Creative Economy/ South Cooperation Unit  (Onu) –, ainda possui uma parceria com a FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), chamada Fundata Cultural, que mapeia  o perfil, a atuação e as atividades das Fundações atuantes na área cultural.

 

Serviço:

 

Curso Livre Cultura e Mercado

Inscrições até 17/8

Período: de 22 de agosto a 19 de dezembro (quartas-feiras, das 19h às 22h, ou sábado, quinzenalmente, das 9h às 12h e das 14h às 17h)

Local: Instituto Pensarte - Alameda Nothmann, 1029, Campos Elíseos.

Carga Horária: 54h.

Valor: R$ 540 (parcelado em até 3 vezes)

Informações pelo telefone (11) 3667-9859 ou cursos@pensarte.org.br

www.pensarte.org.br / www.culturaemercado.com.br.

 

Aula magna "Diversidade Cultural, Mestiçagem, o Monstro"

Data: 15/8, das 19h às 22h.

Local: Instituto Pensarte - Alameda Nothmann, 1029, Campos Elíseos

Grátis (inscrições antecipadas)

Informações pelo telefone (11) 3667-9859 ou cursos@pensarte.org.br

www.pensarte.org.br / www.culturaemercado.com.br

 

Mais Informações
Assessoria de Imprensa Instituto Pensarte - Foco Jornalístico (www.focojornalistico.com.br)

Regina Cintra ou Carolina Nicolai – (11) 3023-5814 / 3023-3940

regina@focojornalistico.com.br / carolina@focojornalistico.com.br

 

 

Cultura e pensamento em tempos de incerteza - SP

SEMINÁRIO 

MUTAÇÕES - AS NOVAS CONFIGURAÇÕES DO MUNDO

22 de agosto a 05 de outubro de 2007 - quarta a sexta, 19h
SESC Avenida Paulista/SESC Vila Mariana

O estilo de vida e as concepções de mundo que hoje nos dominam são superficiais, e as antigas definições são insuficientes para entendê-las. A este fenômeno pode-se dar o nome de mutação

Concebido e organizado pelo filósofo Adauto Novaes, o ciclo de conferências MUTAÇÕES - AS NOVAS CONFIGURAÇÕES DO MUNDO encerra a trilogia PENSAMENTO e CULTURA em  TEMPOS de INCERTEZA. Os dois ciclos anteriores foram: O Silêncio dos Intelectuais e O Esquecimento da Política.

Muitos pensadores certamente estariam de acordo com a afirmação: vivemos uma época prodigiosamente vazia, na qual concepções políticas, crenças, idéias, sensibilidades, enfim, formas de existência e visões de mundo que antes pareciam dar sentido às coisas perdem valor.

Segundo o curador Adauto Novaes, "Temos tratado a questão das mudanças de forma indireta, e pela primeira vez vamos discutir diretamente o conceito de mutação nas várias áreas. As grandes mudanças têm sido trazidas pela tecnociência ou pela prática da ciência por meio das técnicas. Montamos um ciclo baseado em Nietzsche, para observar o que está acontecendo na biologia, na física, nas artes, na política, nas mentalidades, na sensibilidade".

PROGRAMAÇÃO                                          

22/08, quarta às 19h
Mutação heterodoxa - JOSÉ MIGUEL WISNIK

23/08, quinta às 19h
Revoluções, mutações - FRANCISCO DE OLIVEIRA

24/08, sexta às 19h
Humano, pós-humano, trans-humano - implicações da desconstrução da natureza humana - LAYMERT GARCIA DOS SANTOS

30/08, quinta às 19h
Descontrole do tempo histórico e banalização da experiência - FRANKLIN LEOPOLDO E SILVA

05/09, quarta às 19h
Rebelião contra a natureza - JEAN-PIERRE DUPUY

06/09, quinta às 19h
Rupturas, mutações e continuidades na história recente - LUIZ FELIPE DE ALENCASTRO

12/09, quarta às 19h
A mutação do saber - SÉRGIO PAULO ROUANET

13/09, quinta às 19h
As mutações do poder e os limites do humano - NEWTON BIGNOTTO

14/09, sexta ás 19h
Novas afetividades eletivas - EUGÈNE ENRIQUEZ

19/09, quarta às 19h
Metamorfoses do tempo - OLGÁRIA MATOS

20/09, quinta às 19h
A depressão como negativa do novo mundo - MARIA RITA KEHL

21/09, sexta às 19h
Sobre o caos - LUIZ ALBERTO OLIVEIRA

26/09, quarta às 19h
Fim da guerra clássica - novos estados de violência - FRÉDÉRIC GROS

27/09, quinta às 19h
O que mantém um homem vivo: devaneios sobre algumas transfigurações do humano - RENATO LESSA

28/09, sexta às 19h
Máquinas utópicas e distópicas - JOÃO CAMILLO PENNA

04/10, quinta às 19h
Metamorfoses da visibilidade - PAULO SÉRGIO DUARTE
 (SESC VILA MARIANA)

05/10, sexta às 19h
As duas mutações de Nietzsche - OSWALDO GIACOIA JÚNIOR
 
(SESC VILA MARIANA)

INSCRIÇÕES

Pessoalmente
, no SESC Avenida Paulista - Central de Atendimento
Terça a sexta, das 9h às 22h. Sábados e domingos, das 10h às 19h
Avenida Paulista, 119 Paraíso - São Paulo
Via Fax: (11) 3179-3765 (envio de recibo e ficha de inscrição)
Por telefone: (11) 3179-3700 ou 3179-3716 
Terça a sexta das 9h às 22h
Sábados e domingos, das 10h às 19h

Pelo portal: www.sescsp.org.br

Taxas de inscrição
R$ 10,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes, estudante, aposentado e professor da Rede Pública), R$ 20,00 (usuário matriculado), R$ 30,00 (demais interessados)

Formas de pagamento:
Depósito bancário
Nome: Serviço Social do Comércio - SESC Avenida Paulista
Banco: Caixa Econômica Federal
Agência: 0235
C/C: 1307-5

Rede SESC
O pagamento da taxa de inscrição pode ser feito em todas as unidades do SESC.

A inscrição será validada após o envio do comprovante de pagamento da taxa de inscrição para o fax 3179-3765. O fax deve ser acompanhado da ficha de inscrição ou conter nome completo, telefone e e-mail do inscrito.

Mais informações
E-mail:  seminario@avenidapaulista.sescsp.org.br
Telefone: (11) 3179-3716 ou PABX: (11) 3179-3700
Fax: (11) 3179-3765

sábado, 11 de agosto de 2007

Música no MAC - SP

 

O Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes

e o Museu de Arte Contemporânea da USP

convidam para mais uma apresentação do projeto Música no MAC

 

QUINTETO DE METAIS

com

 

Fábio Martinele Neto - trombone
Abdnaldo Alves de Lima - trombone
Anderson Lagoin Romero - trompete
Bruno Luiz Lorenzetto - trompete
Denis Vinicius Vieira - trompa


Professor orientador

Michael K. Alpert – ECA USP

 

Realização
Escola de Comunicações e Artes / USP - Depto. de Música
Museu de Arte Contemporânea da USP

 

15 de agosto, quarta-feira, às 12h30 
Jardim do MAC USP

Rua da Reitoria, 160 - Cidade Universitária

www.mac.usp.br

 

Circo Spacial e Academia Brasileira de Circo - SP

Circo Spacial e Academia Brasileira de Circo voltam às atividades em novo endereço na zona leste de São Paulo

Circo Spacial

Quando surgiu há 22 anos, fundado por Marlene Olímpia Querubim, o Spacial foi precursor do chamado circo moderno, o circo do futuro. Através do estilo de espetáculo que desenvolveu, mantém até hoje este título valorizando cada vez mais os artistas brasileiros que estão entre os melhores do mundo.

O circo conta com uma equipe de 120 profissionais, entre artistas, técnicos e área administrativa.

São vinte e duas carretas com gerador próprio de luz, dois mil itens no figurino, duzentas toneladas de alumínio e ferro, além das lonas que ocupam uma área de dez mil metros quadrados.

Os espetáculos do Circo Spacial têm produção super elaborada, resultando numa explosão de beleza e harmonia com cor, luz, som e movimento. Sem contar o material humano. São palhaços, trapezistas, mágicos, malabaristas e contorcionistas que surpreendem e emocionam o público com suas performances.

No próximo dia 17 de agosto – sexta-feira, às 20h30 o Circo Spacial reestréia no novo endereço para a imprensa e convidados.

O credenciamento de imprensa deverá se feito até o dia 16 de agosto com Sonia Kessar através dos e-mails imprensa@soniakessar.com.br ou kessar@terra.com.br

Os demais convidados deverão confirmar presença com Rose Daignese através do e-mail rosedaignese@gmail.com ou pelos telefones (11) 2076-0087 / 2076-0001. No sábado (18) às 16h00, o Circo Spacial reestréia para o público em geral.

                                                                                                                                        

Academia Brasileira de Circo

Funciona no picadeiro do Circo Spacial e se propõe a ensinar a arte circense para quem se interessar. Tem cursos para iniciantes e/ou profissionais (crianças acima de 7 anos). São aulas de tecidos, trapézio, cama-elástica, acrobacias, malabares e perna de pau, entre outras. Todas as modalidades ajudam a desenvolver flexibilidade, força, equilíbrio e resistência, além de aumentar o senso de disciplina, autocontrole, concentração e autoconfiança.
O espaço multiuso – especialmente projetado – também se destina a eventos e festas (particulares e corporativos). As aulas na Academia Brasileira de Circo reiniciaram no dia 06 de agosto.

 

Serviço

Circo Spacial Kids / Academia Brasileira de Circo

Avenida Regente Feijó, 1.560 (em frente ao Shopping Jardim Anália Franco) - Jardim Anália Franco - São Paulo – SP - fones (11) 2076-0087 / 2076-0001

Sábados e domingos 16h00, 18h00 e 20h30

Ingressos

Cadeira Adulto R$ 20,00 / Cadeira meia R$ 10,00

Cadeira Frontal Adulto R$ 25,00 / Cadeira Frontal Meia R$ 12,50

Camarote (04 lugares) R$ 100,00

Estudantes, aposentados e maiores de 60 anos (meia-entrada) / Crianças abaixo de 02 anos não pagam


Contato no Circo

Rose Daignese

Fones: 55 + 11 + 2076-0087 / 9304-3071

rmarketing@academiadecirco.com.br

www.academiadecirco.com.br / www.spacial.com.br


 

 

Trovadores Urbanos

 

Trovadores Urbanos

18 de agosto de 2007, sábado, às 20h30.

Ingressos: R$ 16,00 e R$ 8,00 meia entrada

Promoção: ao apresentar o flyer ou e-mail da mala direta paga R$ 5,00.

Auditório Simón Bolívar

Memorial Da América Latina

Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664, Barra Funda, São Paulo, SP.

Tel. (11) 3823-4600

www.memorial.sp.gov.br

Bilheteria: Dia 17 Das 14 Às 19h – Dia 18 Após Às 14h

 

Trovadores Urbanos

 

Os  Trovadores Urbanos (Maída Novaes, Juca Novaes, Valeria Caram e Edu Santana) iniciaram sua carreira em 1991 ,  nas janelas da grande cidade de São Paulo . Suas famosas serenatas homenagearam milhares de pessoas e muitas personalidades como: Xuxa, Antonio Fagundes, Eva Vilma entre muitos outros.

Das janelas para os palcos, o grupo fez shows por todo Brasil, além de quatro tournês  internacionais: Em dezembro de 2003 representaram  o Brasil nos Emirados Árabes ,com a abertura oficial do Presidente Luis Inácio Lula da Silva, r Expo-Lisboa (1998),  representando a cidade de SP,   Festival de Música em Guimarães – Portugal (1996), além de uma viagem de 30 dias pela França (1994).

Os Grupo tem cinco CDs lançados: Trovadores Urbanos (1994), Serenata (1996), Brejeiro (1998), Canções Paulistas (2000) e Copacabana (2003) e em março deste ano iniciou a gravação de novo CD.

O Show de lançamento do CD Canções Paulistas levou ao palco do Theatro São Pedro, em São Paulo, 30 compositores paulistas, com 600 pessoas na platéia. O mais recente show, Copacabana, levou ao mesmo teatro, no seu lançamento, mais de 1.200 pessoas nos dias 21 e 22 de Março de 2003. O Cd Copacabana já foi lançado em Portugal e no Japão.

Além de estarem sempre em evidência nos mais relevantes programas de TV e nos jornais de grande circulação, em 2003 os Trovadores Urbanos integraram a campanha nacional da Fiat  e no dia internacional da mulher, para a Editora Abril.

Constantemente suas músicas compõem o repertório de seriados e novelas como "Vila Madalena , "O Cravo e a Rosa" e atualmente "Um só coração" ,  todos da Rede Globo de Televisão.

Os Trovadores Urbanos dividiram o palco com SILVIO CALDAS, durante cinco anos, além da participação no cd SERENATA, com a faixa  "Beco sem saída". Juntos realizaram temporadas importantes como 150 Night Club , em SP e Mistura Fina, no Rio de Janeiro.

 

INTEGRANTES

Maida Novaes

Pianista e Cantora.

Idealizadora do Projeto Serenata, Jornalista, com Especialização em Rádio e Tv. Foi Chefe de Redação do Sistema Globo de Rádio, Repórter no SBT e Assessora de Imprensa de várias Empresas, entre elas, Carrefour.

Empresariou os artistas Silvio Caldas, Tom Zé e Walter Franco.

Há Dez Anos, largou a profissão para se dedicar ao Grupo.

Juca Novaes

Compositor, Cantor e Produtor Cultural.

Cursou Composição e Regência no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, Piano Clássico e Violão.

Tem dezenas de músicas gravadas, tanto por nomes consagrados como Jane Duboc e Alaíde Costa, como por novos artistas da MPB, dentre os quais Rafael Altério, Lucila Novaes e Daisy Cordeiro.

Juca idealizou e produziu durante quatorze anos O Festival de Avaré, definido pelo crítico Zuza Homem de Mello, como o melhor Festival Regional do Brasil dos últimos treze Anos.

Juntamente com o parceiro Eduardo Santana, lançou três discos: Encontro Das Águas, Lua Do Brasil e Katimandu.

Eduardo Santana

Compositor, Cantor, Violonista, detentor de mais de trinta Prêmios em Festivais, inclusive com vitórias em alguns dos mais importantes do gênero,

Como o de Tatuí (Sp), Cascavel (Pr), e o Musicanto de Santa Rosa (Rs).

Três discos gravados com o parceiro Juca Novaes: Encontro das Águas, Lua do Brasil e Katimandu.

Trabalhos com Trilhas e Jingles.

 

Valéria Maria R. Caram

Professora de Iniciação Musical no Colégio Pueri Domus.

Pianista e Cantora Integrante do Grupo Trovadores Urbanos desde seu início.

Pianista, atriz e cantora.

Participou de três temporadas européias, França 1997, Portugal 1998.

05 cds gravados com os Trovadores Urbanos:  Trovadores, Serenata, Brejeiro Canções Paulistas  e  Copacabana.

Valéria Caram desenvolve  o personagem  coração apaixonado, uma declaração de amor, homenageando centenas de apaixonados, desde 2001.

Recentemente gravou o comercial da Fiat, com os Trovadores Urbanos, com mídia de três meses, a nível nacional.

 

MÚSICOS QUE ACOMPANHAM

Jayme Marques Saraiva - Pratinha

Formação Basicamente Autodidata, Com Influência Musical de Chorinho (Pixinguinha, Jacó Do Bandolim, Altamiro Carrilho entre outros) Instrumentista e Compositor.

Instrumentos - Flauta e Bandolim

Trabalhos de Composição desenvolvidos com Jean E Paulo Garfunkel, músicas gravadas por Zizi Possi, Margareth Menezes, Renato Brás, acompanhou Tournees com Celso Viáfora, Luli e Lucina, Jamelão, Ângela Maria entre outros.

Italo Peron

Arranjador, Maestro, Violinista.

Iniciou sua carreira em 1975.Cursou Bacharelado em Violão na Faculdade de Artes de São Paulo.

Aluno de Pedro Cameron, Celso Machado e H J Kolrewtter.

Acompanhou artistas como: Diana Pequeno, Peninha e Roberta Miranda.

Trabalhos como Arranjador em CDs, Trilhas e Jingles.

Repertório

 

A noite do meu bem - Dolores Duran

Fascinação - Versão:  Armando Lousada
Se todos fossem iguais a voce - Tom & Vinicius
Carinhoso - Braguinha
Eu sei que vou te amar - Vinicius & Tom
Minha namorada  - Carlinhos Lyra E Vinícius
Isto aqui o que é  -  Ary Barroso
Copacabana - Braguinha / Alberto Ribeiro
Nossos momentos  - Haroldo Barbosa / Luis Reis
João de Barro - Teddy Vieira / Muybo Cury

Cabocla Tereza - João Pacifico - Raul Torres
Tristeza do Jeca - Angelino de Oliveira
Triste Berrante - Adauto Santos

Braguinha e Alberto Ribeiro: As pastorinhas, Touradas me Madrid, Chiquita Bacana, Linda lourinha, Yes nós temos bananas.

Como vai você - Antonio Marcos  /Mario Marcos
Outra Vez - Isolda
Sonhos - Peninha
Nega do cabelo duro - Rubens Soares  /David Nasser
Doralice - Antonio Almeida  Dorival Caymmi
Edmundo - Versão: Aloisio de Oliveira
Meu mundo e nada mais - Guilherme Arantes
Regra 3 - Toquinho
Chiclete com banana -  Gordurinha   Almira   Castilho
Minha Palhoça - J Cascata
Só vendo que beleza - Henricao / Rubens Campos
Morena boca de ouro - Ary Barroso

Trem das onze - Adoniran Barbosa
Tiro ao Árvaro - Adoniran Barbosa
Samba do Arnesto - Adoniran Barbosa

 

 

Jardel Teixeira

(11) 9382-2271

jardel.teixeira@uol.com.br

 

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Empresas poderão divulgar anualmente Balanço Social Empresarial

Empresas poderão divulgar anualmente Balanço Social Empresarial
A exemplo do Balanço Patrimonial, publicado anualmente em jornais de grande
circulação regional ou nacional, as empresas poderão passar a divulgar o
Balanço Social Empresarial, um mecanismo de controle e transparência de
responsabilidade social dos empreendimentos. Um modelo oficial para essa
prestação de contas foi proposto pela senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO) em
projeto de lei (PLS 224/07) que tramita nas Comissões de Desenvolvimento
Regional e Turismo (CDR), de Assuntos Econômicos (CAE) e de Constituição,
Justiça e Cidadania (CCJ).

O projeto define como Balanço Social Empresarial "o conjunto de informações
econômico-sociais, quantitativas e qualitativas, capaz de demonstrar os
reflexos na sociedade, decorrentes da relação capital-trabalho na empresa".
Também conceitua "Responsabilidade Social" como "o conjunto de ações da
empresa voltadas para o bem-estar de seus empregados, de outros grupos com
os quais se relaciona e das comunidades em que se insere".

Dados como investimentos sociais para os empregados (alimentação, saúde,
educação) e na comunidade (doações e projetos culturais); número de
reclamações de clientes recebidas e resolvidas pela empresa; investimentos
em preservação ou recuperação ambiental deverão constar do Balanço Social
Empresarial. Para estimular as empresas a aderirem à iniciativa, o projeto
sugere que essa prestação de contas social seja considerada na avaliação de
pedidos de empréstimo feitos a instituições federais de financiamento, como
o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Caixa
Econômica e o Banco do Brasil.

A proposta autoriza ainda o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à
Fome a emitir o Selo Empresa Responsável, a ser concedido às empresas que
publicarem o Balanço Social Empresarial com as informações mínimas exigidas.
Serão impedidas de receber essa qualificação, entretanto, as empresas que
tenham cometido crime ambiental, adotem práticas discriminatórias ou estejam
envolvidas com a exploração de trabalho infantil ou qualquer forma de
trabalho forçado. A conquista desse selo também servirá como critério de
desempate no processo de licitações públicas.

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PROJETO DE LEI DO SENADO Nº , DE 2007
Institui o Balanço Social Empresarial, autoriza a criação do Selo Empresa
Responsável, altera o § 2º do art. 3º da Lei nº 8.666, de 21 de julho de
1993, e o inciso IV do art. 3º da Lei nº 7.827, de 27 de setembro de 1989, e
dá outras providências.
O CONGRESSO NACIONAL decreta:
Art. 1º É instituído o Balanço Social Empresarial, como mecanismo
de controle e transparência da responsabilidade social da empresa.
Parágrafo único. Para efeitos desta Lei, entende-se por:
I - Balanço Social Empresarial: o conjunto de informações
econômico-sociais, quantitativas e qualitativas, capaz de demonstrar os
reflexos na sociedade, decorrentes da relação capital-trabalho na empresa;
II - responsabilidade social: o conjunto de ações da empresa
voltadas para o bem-estar de seus empregados, de outros grupos com os quais
se relaciona e das comunidades em que se insere.
Art. 2º O Balanço Social Empresarial será publicado anualmente em
jornal de grande circulação regional ou nacional, conforme a atuação e
abrangência da empresa.
§ 1º O Balanço Social Empresarial será publicado com o balanço
patrimonial, quando a edição deste for exigida por lei.
§ 2º O Balanço Social Empresarial terá sua idoneidade atestada
pelo Conselho Regional de Contabilidade e será assinado pelo contador
técnico responsável por sua elaboração.
Art. 3º O Balanço Social Empresarial conterá, no mínimo, as
seguintes informações:
I - faturamento bruto;
II - valor dos impostos, das taxas e das contribuições
obrigatórias recolhidos à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos
Municípios;
III - valor da folha de pagamento e dos encargos sociais;
IV - composição do corpo funcional: número de empregados por sexo;
número de admissões e demissões no período; número de empregados
não-alfabetizados; número de estagiários; número de negros e de pessoas
portadoras de deficiência;
V - mão-de-obra terceirizada: número de empregados e respectivas
funções;
VI - investimentos sociais para os funcionários: alimentação,
saúde, educação, capacitação e outros;
VII - investimentos na comunidade: doações, projetos culturais,
educação e outros;
VIII - ações trabalhistas movidas contra a empresa no período:
número dos processos julgados procedentes e dos improcedentes; valor total
de indenizações e de multas pagas por determinação da justiça;
IX - número total de acidentes do trabalho e medidas adotadas em
relação à segurança do trabalho;
X - número de reclamações dos clientes recebidas diretamente na
empresa e por meio dos órgãos de proteção e defesa do consumidor;
XI - número de reclamações atendidas em cada instância;
XII - investimentos e gastos com manutenção, preservação ou
recuperação ambiental;
XIII - passivo e contingências ambientais;
XIV - política de participação nos lucros ou nos resultados da
empresa: sistema utilizado e valores distribuídos.
Art. 4º O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome
fica autorizado a emitir o Selo Empresa Responsável, a ser concedido às
empresas que publicarem seu Balanço Social Empresarial com as informações
mínimas estabelecidas no art. 3º desta Lei.
Parágrafo único. É vedada a concessão do selo a empresas que
comprovadamente cometam crimes ambientais, adotem práticas discriminatórias
ou estejam envolvidas com a exploração do trabalho infantil ou qualquer
forma de trabalho forçado.
Art. 5º As instituições federais de financiamento utilizarão o
Balanço Social Empresarial como instrumento adicional de avaliação dos
pedidos de financiamento das empresas, desde que contenha as informações
mínimas previstas no art. 3º desta Lei.
Art. 6º O inciso IV do art. 3º da Lei nº 7.827, de 27 de setembro
de 1989, passa a vigorar com a seguinte redação:
"Art.
3º..........................................................................
.............
IV - preservação do meio ambiente e responsabilidade social;
............................................................................
................ (NR)"
Art. 7º O § 2º do art. 3º da Lei nº 8.666, de 21 de julho de 1993,
passa a vigorar acrescido do seguinte inciso V:
"Art.
3º..........................................................................
...............
............................................................................
..........................
§ 2º
............................................................................
...................
............................................................................
.........................
V - produzidos ou prestados por empresas detentoras do Selo Empresa
Responsável.
............................................................................
.............. (NR)"
Art. 8º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
JUSTIFICAÇÃO
Nos últimos anos, a expressão "responsabilidade social" tem ocupado
espaço nos congressos, nos seminários, na mídia e nos debates políticos. As
mudanças na percepção e nas expectativas sobre o papel das empresas na
sociedade têm sido apontadas como razão da crescente aceitação e aplicação
do conceito de responsabilidade social nos negócios.
Governos, organizações não-governamentais, institutos de pesquisa
têm buscado definir o que seja uma empresa socialmente responsável como
aquela que: respeita os direitos humanos e trabalhistas, cria e mantém
empregos; respeita a saúde e o direito dos consumidores; produz bens e
serviços de interesse social; implementa ações sociais nas comunidades;
oferece um processo transparente em suas ações e decisões; desenvolve ou
possibilita a realização de atividades educacionais e culturais; e não
agride o ambiente e a cultura das comunidades em que se insere.
Surge, assim, no meio corporativo, a necessidade de adoção de muitas
dessas posturas como princípios éticos e morais. Acumulam-se evidências de
que a adoção de práticas socialmente responsáveis por parte das empresas
está diretamente ligada à obtenção de resultados, à produtividade e, mesmo,
à sustentabilidade do empreendimento. Com base nessa premissa, vincular a
imagem da empresa à noção de responsabilidade social passou a ser uma
questão de estratégia empresarial.
Nesse contexto, mecanismos de prestação de contas e de transparência
de informações tornam-se imprescindíveis, constituindo tópicos de extrema
importância para a valorização e o crescimento das empresas. Entre os
mecanismos de "prestação de contas", destaca-se o balanço social, que tem
como objetivo apresentar informações qualitativas e quantitativas sobre a
posição da empresa em relação aos seus empregados, aos fornecedores, aos
consumidores, aos clientes, à sociedade e ao meio ambiente.
No Brasil, já podem ser identificados alguns programas estaduais de
estímulo à ação social pelas empresas, um número pequeno de leis de âmbito
estadual e municipal que regulam a apresentação do balanço social e, também,
alguns modelos de balanço social desenvolvidos por organizações
não-governamentais.
Contudo, a falta de uniformização dos requisitos dos diversos tipos
de balanço social impede seu pleno aproveitamento como instrumento de tomada
de decisões e de comparação de desempenho entre empresas. Por essa razão,
apresentamos este projeto de lei para oferecer ao País um modelo oficial de
Balanço Social que permita à sociedade conhecer e avaliar o desempenho
social das empresas de todo o Brasil, de forma padronizada e transparente.
Com a divulgação do balanço padronizado, será possível identificar e
premiar empresas que, no Brasil, desenvolvem, há vários anos, nos mais
diferentes campos, projetos socioculturais, programas de educação, de
conservação do meio ambiente, de proteção à criança de rua, de geração de
renda, entre outros. Afinal, as empresas, públicas ou privadas,
independentemente de sua natureza, são agentes sociais no processo de
desenvolvimento e seu trabalho social deve ser conhecido por todos.
No sentido de estimular o maior número de empresas a aderirem à
prática de publicação anual do balanço social, nossa proposta prevê que esse
instrumento será utilizado na avaliação dos pedidos de financiamento das
empresas às instituições federais de financiamento, como o BNDES, a Caixa
Econômica Federal, o Banco do Brasil, a Finep, entre outras. Propõe, também,
a alteração da Lei nº 7.827, de 1989, que regulamenta os fundos
constitucionais de financiamento do Norte, do Nordeste e do Centro-Oeste,
para incluir a responsabilidade social entre as diretrizes para formulação
dos programas de financiamento de cada um dos fundos. Finalmente, o projeto
estabelece que a obtenção do Selo Empresa Responsável servirá de critério
adicional em casos de desempate nas licitações públicas.
E não estamos sozinhos nessa caminhada: recentemente, o Governo do
Distrito Federal editou o Decreto nº 27.429, de 22 de novembro de 2006, que
Institui o "Selo de Responsabilidade Social-DF" e dá outras providências.
Sua proposta assemelha-se ao que sugerimos aos ilustres pares, na medida em
que tem por objetivo "distinguir instituições não governamentais, entidades
sem fins lucrativos e empresas, atuantes no Distrito Federal, que
desenvolvem ou apóiam ações de responsabilidade social junto a seus
empregados, familiares e/ou junto à comunidade, expressas em iniciativas que
envolvam a 'inclusão social', voltadas para o combate à fome, proteção dos
direitos da criança, do adolescente e do idoso, combate às desigualdades
sociais, aumento da geração do emprego e renda, bem como ações que visem
minimizar carências nas áreas da saúde, educação, meio ambiente, cultura,
esporte, lazer e qualificação profissional."
Na certeza da importância do instrumento que ora normatizamos e de
sua utilidade para os empregados, para os fornecedores, para a sociedade e
para a própria empresa - que vai ter disponíveis elementos essenciais para
suas decisões corporativas -, esperamos contar com o apoio dos nobres Pares
para aprovação deste projeto de lei.
Sala das Sessões,
Senadora LÚCIA VÂNIA

SENADO FEDERAL
Gabinete da Senadora LÚCIA VÂNIA

Ala Senador Teotônio Vilela - Gabinete 16 - Anexo II - 70165-900 -
Brasília-DF
Tel.: (61) 3311-2844 - Fax: (61) 3311-2868 - e-mail:
lucia.vania@senadora.gov.br

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Carmela Gross em "Uma Casa"

CARMELA GROSS

 

 

 

Dia 07 de agosto de 2007, terça-feira, às 20 horas, o Gabinete de Arte Raquel Arnaud – Rua Arthur de Azevedo, 401 - em São Paulo, fará a abertura da exposição da artista plástica Carmela Gross.

 

A exposição contará com uma instalação inédita – Uma Casa. O trabalho é formado por um conjunto de 22 tripés de bateria que sustentam lâmpadas tubulares rosas. Cada lâmpada tem uma certa inclinação, uma certa altura e o conjunto forma um desenho luminoso no ar que pode ser designado com uma palavra – casa...

 

As linhas de luzes demarcam os contornos das paredes, do piso e do telhado. Os apoios são frágeis, o equilíbrio é instável e o desalinho do prumo faz com que esta casa flutue no vazio como se estivesse à deriva... ou ao sabor dos ventos. Com uma escala real e compacta, a obra remete à idéia de trânsito entre o atelier da artista e a galeria.  

 

Um objeto múltiplo, Outra Casa, medindo 40 x 30 x 40 cm, feito em latão banhado a ouro, completará a exposição. Será o primeiro exemplar de uma série limitada de dez.

 

Além da instalação, a exposição apresentará três projeções também inéditas, documentários da produção e montagem de três trabalhos, realizados respectivamente em Moscou, Valencia e São Paulo:

- AURORA, 2a Bienal de Moscou, fevereiro a março de 2007;

- SUL em duas versões. A primeira registra sua instalação por ocasião da mostra Encontro de dois mares: Bienal de São Paulo – Valencia, de março a junho de 2007; a segunda documenta a mesma instalação montada no Instituto Tomie Ohtake, novembro – dezembro de 2006;

 

 

 

 

 

 

 

Carmela Gross formou-se em Artes na Fundação Álvares Penteado em 1969. Fez o Mestrado em Artes (1981), e o Doutorado em Artes (1987), ambos na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, onde leciona desde 1972.

Recebeu Bolsa da Fundação Vitae (1991) e bolsa de residência "Artist in Residence" para produzir trabalhos no European Ceramics Work Center, em Hertogenbosh, Holanda onde realizou sua exposição "Facas" (1994). Esta exposição foi posteriormente montada no Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro e no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Ela também produziu figurinos e coreografias para a ópera e o teatro. Desde 1967, participou de diversas bienais de São Paulo e de importantes exposições coletivas como a Latinoamérica Presente, no Museo de Bellas Artes de Santiago, Chile (1990); Latin-American Drawings Today, no San Diego Museum of Art, EUA (1990); e Re-Aligning Vision, Alternative Currents in South América, na Archer M. Huntington Art Gallery, da Universidade do Texas, e no Museo del Barrio, NY, EUA (1997).

Em 2006 realizou a exposição individual Sul, no Centro Cultural Tomie Othake e em 2007 a artista foi convidada a participar da Bienal de Arte Contemporânea de Moscou. A artista realizou sua primeira exposição individual em 1977 no então Gabinete de Artes Gráficas Raquel Arnaud, atual Gabinete de Arte Raquel Arnaud, em São Paulo, que a representa desde então.

 

 

Abertura 07 de agosto de 2007 às 20h.

Exposição: 08 de agosto a 24 de setembro de 2007.

Exposição Carmela Gross

Segunda a sexta-feira, das 10h às 19h; sábado, das 11h às 15h.

Gabinete de Arte Raquel Arnaud

Rua Arthur Azevedo, 401 ● CEP 05404-010 ● São Paulo ● SP.

Fone: 11 3083-6322 ● www.raquelarnaud.com ● acesso para deficientes.

 

Informações para a imprensa

Canal Aberto Eventos e Assessoria de Imprensa – 11 6914 0770/ 9126 0425 – Márcia Marques