quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Dança/Infantil - De Galho em Galho, no TD

 

Peça infantil une teatro, dança e imagens multimídia no palco do TD

 

 

Nos dias 22, 24 e 25 de outubro, a Magesto Cia. de Dança vem de Jacareí para São Paulo apresentar, no Teatro de Dança (instituição vinculada à Secretaria Estadual de Cultura de São Paulo, gerenciada pela Associação Paulista de Amigos da Arte - APAA), o espetáculo infantil multimídia, criado em 2004, De Galho em Galho.

 

Na peça, os macacos Banana, Bananinha e Bananada saem em uma nova aventura intergaláctica e visitam o fundo do mar e o Pólo Sul, além, é claro, do espaço sideral. Por meio de uma estória surpreendente, será enfocada, de maneira divertida e com bastante interatividade da platéia mirim, uma lição prática e dinâmica de tolerância e respeito às diferenças.

O enredo aborda o preconceito e, para isso, a cia. recorre as reações dos personagens (3 Macacos) em relação ao novo personagem que interage com eles através de desenhos animados, os quais foram desenvolvidos especialmente para este espetáculo.

 

A Magesto Cia. de Dança desenvolve trabalhos de dança contemporânea/ multimídia, utilizando-se de técnicas e linguagens diversas, como dança, teatro, circo, yoga, pantomima, cinema, vídeo, além de criar interfaces com a psicanálise e antropologia, privilegiando a diversidade. Todos esses elementos são inseridos na criação a fim de aproximar a dança do público, reduzindo barreiras para o estabelecimento de relações com assuntos subjetivos.

 

De Galho em Galho

22, 24 e 25 de outubro – quinta às 10h e 16h, sábado e domingo às 16h, 7 a 12 anos, 50 minutos de duração

 

MAGESTO CIA. DE DANÇA

Direção Geral: Carla Nader e Mônica Ferraro

Diretora Artística: Natalie Fiorentino

Elaboração Coreográfica: Magesto Cia. de Dança

Assistente de produção: Ruth Fiorentino

Consultoria Psicanalítica: Renata Quina

Arte Educadora: Silvia Bigarelli

Diretor de Vídeo: Washington Freitas

Designer Gráfico: Rafael Tamashiro "Shiro"

Animação: Fábio Ramos

Figurinos: Denise Stock

Sonoplastia: Ricardo Salvedote

Fotografia: Olívia Ferraro

Operador de luz: Carlos Augusto "Feijão"

Intérpretes Criadoras: Carla Nader, Mônica Ferraro e Natalie Fiorentino

www.magesto.com

 

 

TD - Teatro de Dança - Secretaria de Estado da Cultura

APAA - Associação Paulista dos Amigos da Arte

Avenida Ipiranga, 344 - Subsolo, Edifício Itália - São Paulo, SP, Brasil - Metrô República - Email: info.teatrodedanca@apaa.org.br  Telefone da bilheteria: 2189 2555 /// Informações: 2189 2557 Capacidade: 278 lugares/Ar-condicionado ///Acessibilidade para pessoas com necessidades especiais /// Ingresso: R$ 4,00 e R$ 2,00 (meia) /// Estacionamento: R$ 15,00 com manobrista /// Bilheteria, abertura: Vendas para o dia do espetáculo - 4ª a domingo, a partir das 14h/// www.teatrodedanca.org.br /// Vendas online www.ingressorapido.com.br

 

O Teatro de Dança tem apoio da Folha de São Paulo, Alcaçuz, Leonor Flores, Circolo Italiano, Luna Di Capri e Planeta´s. No programa "Prêmio Teatro de Dança", conta com o apoio do SESC São Paulo

 

Informações para imprensa: Canal Aberto Assessoria de Imprensa

Márcia Marques - (11) 3798 9510 / 2914 0770/ 9126 0425

www.canalaberto.com.br

 

 

 

Ariela Goldmann dirige Maíra Dvorek, Lucci Chirolli e Henrique César em leitura de "Oração para uma negra"

Teatro SESC Anchieta apresenta dramatização
de "Oração para uma negra"
 
Sob direção de Ariela Goldmann, texto adaptado por Camus integra "7 autores, 7 diretores, 7 encontros – Intolerância". No elenco: Maíra Dvorek, Lucci Chirolli e Henrique César.
 
 
"Oração para uma negra" é o texto que será dramatizado na segunda, dia 26 de outubro, às 19h30, no Teatro SESC Anchieta.
 
A dramatização faz parte do projeto 7 autores, 7 diretores, 7 encontros, que acontece uma vez por mês, e se estende até novembro, com entrada gratuita. Em seu terceiro ano de realização, 7 autores, 7 diretores, 7 encontros já se tornou parte da agenda teatral da cidade e tem atraído cada vez mais pessoas para suas apresentações. A concepção e direção é de Eugênia Thereza de Andrade. No palco, nada de cadeiras e uma mesa bucólica à meia luz. As leituras contam com encenação, cenários e figurinos, sempre dirigidas por diferentes profissionais.
 
SOBRE O TEXTO
Escrita em 1958, "Requiem pour une Nonne" (Oração para uma Negra, na tradução de Guilherme Figueiredo), é a adaptação para o teatro feita por Camus, do romance "Réquiem for a Nun", de 1951, escrito por William Faulkner.
A peça narra um escândalo numa conceituada família burguesa do sul dos Estados Unidos. Nancy Mannigoe, a ama negra, num acesso de complexa proteção à filha da patroa, que decidira sair para um encontro com o amante Fred, mata friamente a filha do casal e é condenada à morte.
 
SOBRE OS AUTORES
William Cuthbert Faulkner
nasceu em New Albany, no estado do Mississipi, em 25 de setembro de 1897, de uma velha família aristocrática arruinada pela Guerra da Secessão. É considerado um dos maiores escritores americanos do século XX. Homem do sul, procura em toda sua obra, que muitos acusam de explorar o horror, a sordidez e a obscenidade associados à decadência da região sulina dos Estados Unidos, definir psicologicamente a sensibilidade do seu mundo e a sua complexidade moral.
 
Faulkner escreveu mais de vinte romances, entre eles "Sartoris", "Santuário" e "Os desgarrados". Em sua obra constam ainda onze livros de contos e sete de poesias. Criou ainda diversos roteiros para o cinema americano, com destaque para "Caminho da glória" (The road to glory) e "A beira do abismo" (The big sleep).
 
Recebeu o Prêmio Nobel de Literatura de 1949. Posteriormente, ganhou o National Book Awards de 1951 por "Collected Stories" e o de 1955 pelo romance "Uma Fábula". Foi vencedor de dois prêmios Pulitzer, o primeiro em 1955 por "Uma Fábula" e o segundo em 1962 por "Os Desgarrados", seu último romance. Faleceu de complicações cardíacas em 6 de Julho de 1962. 
 
Albert Camus nasceu em Mondovi, na África do Norte, em 7 de novembro de 1913, numa família operária, de pai francês e mãe espanhola. Estudou filosofia na Universidade de Alger. Escritor, romancista, teatrólogo, viveu sob o signo da guerra, fome e miséria, elementos que, aliados ao sol, formam alguns dos pilares que orientaram o desenvolvimento do pensamento do escritor.
 
Mudou-se para a França em 1939, pouco antes da invasão alemã. Seu primeiro livro "O Avesso e o Direito" assim como "Bodas em Tipasa" foram publicados quando ele ainda residia na Argélia. Mas durante o tempo da ocupação, além de trabalhar em jornais e editar um jornal clandestino, Camus se dedicou a outra de suas paixões: o Teatro. Escreveu vinte e duas peças, com destaque para "O mito de Sísifo", "Calígula", "A queda" e "Oração para uma negra".
 
Camus morreu em 1960, vítima de um acidente de automóvel. Em sua maleta estava contido o manuscrito de "O Primeiro Homem", um romance autobiográfico. Por uma ironia do destino, nas notas ao texto ele escreve que aquele romance deveria terminar inacabado.
 
Compõem ainda o projeto:
Galileu Galilei (1564-1642) de Bertolt Brecht (1898-1956) (23/11)
 
Ficha Técnica –
"Oração para uma negra"  - de William Faulkner – Adaptação de Albert Camus
 
Direção:
Ariela Goldmann
Elenco: Maíra Dvorek, Lucci Chirolli e Henrique César.
Produção: Jogo Estúdio - André Moretti & Messias Lima.
 
7 Autores, 7 Diretores, 7 Encontros
Dia 26/10, Segunda, às 19h30.
Duração: 120 minutos
Recomendação: 12 anos
Entrada Gratuita
320 lugares
Teatro SESC Anchieta do SESC Consolação
Rua Dr. Vila Nova, 245 - Vila Buarque
Tel: 3234-3000
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Assessoria de Imprensa SESC Consolação e Teatro SESC Anchieta
Rita Solimeo Marin – Tel: 3234-3043
 

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

TUCA - ENCONTROS COM OS ARTISTAS


 
OUTUBRO 2009

PROJETO GICLÉE NO TUCA

De 14 de outubro a 12 de novembro

Cláudio Tozzi


Gregorio Gruber


Gustavo Rosa


Com base na exposição OFF BIENAL 3, O Projeto Giclée apresenta, no Foyer do TUCARENA, obras de 36 artistas renomados e novos.
Os artistas participantes estiveram presentes na última OFF Bienal realizada em 2008 e foram selecionados pelo Curador e Crítico de arte Carlos Von Schmidt. A proposta é a de mostrar obras assinadas e numeradas pelos artistas, por um preço mais accessível e com uma técnica de gravura moderna e inovadora.

A Giclée

Giclée é uma palavra francesa, usada nos EUA, para nomear o processo de microjato de tinta a uma determinada pressão, usada na impressão desta nova geração de gravuras em canvas ou papéis especiais com qualidade museológica.
As giclées são criadas a partir da imagem digital de uma obra de arte, que é impressa em uma tela ou papel de aquarela usando uma impressora jato de tinta de alta resolução que produz cores muito nítidas. A impressora especial jateia aproximadamente 4 milhões de microscópicos pingos de tinta por segundo, em papel (100% algodão em diversas gramaturas e texturas) ou tela. Podem ser usadas até 16 milhões de cores numa só giclée.
Alguns artistas contemporâneos, especialmente artistas digitais, usam a giclée para criar trabalhos originais. O público comprador de arte está começando a adquirir gravuras giclée devido à similaridade que elas apresentam com relação às pinturas originais por preços acessíveis. Experts prevêem que o mercado para giclée vai crescer fortemente e que o valor de uma gravura giclée irá eventualmente ser determinado como na maioria dos outros tipos de obras de arte - pelo quanto desejada é a imagem e pela reputação e prestígio do artista.

Artistas participantes

Ivald Granato, Antonio Peticov, Luiz Paulo Baravelli, Cláudio Tozzi, Guto Lacaz, Gustavo Rosa, Gregório Gruber, Juan Esteves, Fausto Chermont, Alex Orsetti, André Vasarelly, Caciporé Torres, Dácio Bicudo, Duda Rosa, Fernando Durão, Guilherme de Faria, Heloize Rosa, Ju Corte Real, Lorena Hollander, Luiz Cavalli, Luiz Martins, Camilla Pallavicini, Margherita Leoni, Margarita Farré, Érico Santos, Melo Witkowski Pinto, Neno Ramos, Rejeane Cayres, Roberto Silva, Eliza Ramos, Sou Kit Gon, CláudioTakita, Tania Boutaud de la Combe, Virginia Costa, Vera Café Silvia Tittoto e Antonio Miranda.

Exposição: PROJETO GICLÉE

Vernissage: 14 de Outubro de 2009 - às 19h30
, com apresentação de convite.
Visita ao público: 15 de Outubro à 12 de Novembro de 2009
Onde: Foyer do TUCARENA – Rua Monte Alegre, 1024 (entrada pela Rua Bartira) - Perdizes
Horários e dias de funcionamento para visitação: de Segunda a Domingo, das 9h às 18h
Entrada Gratuita

www.artphotoprodutos.com.br/projetogiclee

Encontros com os artistas
Um diálogo descontraído com os alunos da PUC e convidados para falar sobre arte, cultura, e as novas ferramentas que a tecnologia moderna oferece para contribuir com o mundo das artes.

Dia 20/10 - 17h – Auditório

- Gregório Gruber
- Luiz Paulo Baravelli
- Antonio Peticov
- Gustavo Rosa

Dia 29/10 - 17h – Auditório
- Guto Lacaz
- Ivald Granato
- Caciporé Torres
- Juan Esteves

Presença do curador Sr. Carlos Von Schmidt nos dois dias.

Inscrições para os encontros
Pelo e-mail tucacom@pucsp.br, que deve conter:

- nome completo
- profissão
- instituição/empresa
- telefone para contato
- Dia que gostaria de participar




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Tair e Coçar em re estreia 27 Outubro.

 
TRAIR E COÇAR É SÓ COMEÇAR
 
Teatro Anhembi Morumbi -R Dr Almeida Lima 1 134 (Estação BRESSER do METRO)
Tel.2081 59 24
VOLTA AO CARTAZ EM 27 DE OUTUBRO , TERÇA 21Hs
TERÇAS , QUARTAS e QUINTAS 21Hs
R$ 50,00
ate dia 26 de Novembro.
 
TRAIR E COÇAR É SÓ COMEÇAR
Comédia de MARCOS CARUSO
Direção Geral de ATTILIO RICCÓ
 
ELENCO
 
ANASTÁCIA CUSTÓDIO
CARLOS MARIANO
CARLA PAGANI
CÉSAR PEZZUOLI
KÁTYA ROBERTA
SILVIO TOLEDO
 
 
A mais famosa comédia do Teatro Brasileiro retorna ao cartaz nesse 27 de OUTUBRO em curta temporada no TEATRO ANHEMBI MORUMBI .A montagem que já passou dos 20 anos consecutivos de encenação já participou por três vezes do Livro Guiness de recordes .
TRAIR E COÇAR É SÓ COMEÇAR tem como centro a atrapalhada empregada Olímpia (personagem de ANASTÁCIA CUSTÓDIO), que envolve seus patrões , dois casais de amigos , um excêntrico vendedor de joias e ainda um padre numa série de confusões sobre adultério.
TRAIR E COÇAR É SÓ COMEÇAR já se apresentou por quase todo o Brasil e ainda fez espetáculos   na  cidade de Miami para  a colônia brasileira;
 
 
ASSESSORIA de IMPRENSA
JOSE DANTAS
91 39 03 53

Concertos com Rosana Lanzelotte, Eduardo Monteiro, Maria José Carrasqueira e André Mehmari

 
Teatro SESC Anchieta apresenta
Piano: Uma história de 300 anos, em quatro concerto
 

Série de concertos com Rosana Lanzelotte, Eduardo Monteiro, Maria José Carrasqueira (participação especial do flautista Antônio Carlos Carrasqueira) e André Mehmari conta a história deste instrumento em gravação para um DVD educativo que será lançado pelo Selo SESC.

Quatro concertos, nos dias 21 e 22 e 28 e 29 de outubro, no Teatro SESC Anchieta, contam a história do instrumento mais popular dos últimos trezentos anos: o piano. De seu nascimento, com Bartolomeo Cristofori em 1700, em Florença, até suas transformações atuais, incluindo os teclados eletrônicos.

Não serão concertos tradicionais, pois música e um pouco de conversa com os músicos se misturam, a fim de levar o público a mergulhar na história, técnica e repertório deste que historicamente foi chamado de "o rei dos instrumentos". Os quatro concertos serão gravados para a elaboração de um DVD educativo sobre o Piano, a ser futuramente lançado pelo selo SESC.
Confira a programação:

21/10 – Quarta, às 21h.
Do cravo ao piano, com Rosana Lanzelotte
A transformação, na passagem dos séculos 17/18, do cravo, que tinha sonoridade de dinâmica fixa, para o piano, que se chamou no início fortepiano, justamente porque agora se podia tocar forte e piano – um extraordinário avanço que revolucionou a história da música. Das cordas pinçadas às cordas marteladas pelo feltro, uma revolução determinante na história da música.

22/10 – Quinta, às 21h.
O piano clássico, com Eduardo Monteiro
Haydn, Mozart e Beethoven - a genial tríade vienense clássica – emanciparam o instrumento, dando-lhe as cartas de nobreza que o transformou, no século 19, em instrumento-rei. Eduardo Monteiro conclui o recital com uma performance rara: o piano funcionava até como substituto da orquestra, permitindo às pessoas tocar em casa, em reduções, as sinfonias e concertos que ouviam nos raros concertos públicos. Neste concerto, o músico apresenta, então, o monumental primeiro movimento do concerto no. 1 para piano e orquestra de Brahms com um segundo piano fazendo as vezes de orquestra. Uma tradição que se perpetua: até hoje os pianistas preparam-se para concertos com orquestra ensaiando ao lado de um segundo piano.

28/10 – Quarta, às 21h.
O piano romântico, com Maria José e Antônio Carlos Carrasqueira
A invenção do recital de piano, a explosão do consumo de pianos de armário pela burguesia florescente, o instrumento como encarnação do herói romântico. Além de Liszt, o inventor da fórmula do recital, Chopin, estabeleceu as bases de uma linguagem que até hoje freqüenta muito o nosso dia-a-dia. Desde as trilhas sonoras do cinema até a música de um Ernesto Nazareth. Parceiro ideal na prática da música de câmara, o piano cumpria, em casa, a mesma função que hoje tem a televisão, por exemplo. Era em torno dele que a família se divertia, após o jantar – fazendo a grande música, mas também as músicas dançáveis, populares.

29/10 – Quinta, às 21h.
O piano hoje, com André Mehmari
No século 20 o piano recupera sua condição original de instrumento de percussão e avança sobre as músicas populares. Permanece o rei dos instrumentos. É, por exemplo, utilizado por um revolucionário contemporâneo como John Cage e suas peças para piano de brinquedo ou o piano preparado (onde objetos são colocados entre as cordas, alterando sua sonoridade); é parceiro de computadores em obras que misturam sons eletronicamente processados com os produzidos ao vivo; é fundamental no jazz norte-americano e na música popular brasileira, habitat preferencial das músicas improvisadas, de Duke Ellington a John Coltrane, de Keith Jarrett a Egberto Gismonti. 


PROGRAMAS:

21 de outubro Rosana Lanzelotte
Domenico Scarlatti (1685-1757): Sonata K. 141
Johann Sebastian Bach (1685-1750): Prelúdio, Fuga e Allegro BWV 998 em mi bemol  maior
Joseph Nicholas Pancrace Royer (1705-1755):  Suite em dó menor
Allemande
La Sensible
La Marche des Scythes
Sigismund Neukomm (1778-1858): Sonata em sol maior
Allegro ma non troppo
Allegro alla Turca
Ludwig van Beethoven (1770-1827): Sonata opus 13, "Patética"
Grave – Allegro di molto e con brio
Adagio cantabile
Rondo - Allegro
Ernesto Nazareth (1863-1934): Batuque (cravo) e Atrevidinha (pianoforte)
Cravo Abel Vargas, cópia de Pascal Taskin 1780
Pianoforte Paul McNulty, cópia de Anton Walter 1805

22 de outubro: Eduardo Monteiro
Joseph Haydn (1732-1809) – Sonata Hob. XVI:23 em Fá Maior
[Allegro]
Adagio
Finale. Presto
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Fantasia em ré menor K. 397
Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Sonata em mi maior opus 109
Vivace, ma non troppo
Prestissimo
Andante molto cantabile ed espressivo
Johannes Brahms (1833-1897):
Concerto no. 1 para piano e orquestra em ré menor,  opus 15 (1º Movimento)
Maestoso

28 Outubro: Maria José Carrasqueira
Participação especial: Antonio Carlos Carrasqueira (flauta)
Frédéric Chopin (1810-1849):
Noturno opus 9 no.1 em si bemol menor - Larghetto
Balada no. 2 em fá maior, opus 38
Franz Liszt (1811-1886)  - Sonetto 104 del Petrarca – Agitato assai – Adágio (do Segundo Ano de Peregrinação: Itália)
Franz Schubert/Franz Liszt -    Erlkönig                                                          
Claude Debussy (1862-1918) -     3 Prelúdios:
La puerta del Vino (Livro II)
Minstrels (Livro I)
Les collines d'Anacapri (Livro I)
Ernesto Nazareth (1863-1934):
Eponina (Valsa)
Fon-Fon (Tango Brasileiro)
Heitor Villa-Lobos (1887-1959):
Polichinello
Cécile Chaminade (1857-1944):
ncertino para Flauta e piano em ré menor opus 107
Pattápio Silva (1880-1907):
Serata d'Amore  opus 2
Zinha (polca) opus 8

29 Outubro: André Mehmari
De improviso – 7' – Piano solo
Sintetizador Solo – 2' – Sintentizador
O Futebol/Dura na Queda (Chico Buarque) – 3' – Piano solo
John Cage – Suíte for Toy Piano (Primeira parte) – 3' – Piano de Brinquedo
Solo de Piano Preparado (Mehmari) – 2' – Piano Preparado
Odeon (Ernesto Nazareth)/Loro (Egberto Gismonti) – 6' – Piano
Piano + Eletronics 1 – Pianoscape 1 (Mehmari) – 5' – Piano/Computador
Giant Steps (John Coltrane) – 7' – Piano solo
Piano + Eletronics 2 – Pianoscape 2 (Mehmari) – 5' – Piano/Computdor
Concerto for Jazz Trio e Cordas – Primeiro movimento – Allegro (Mehmari) – 7' – Piano e samplers sequenciados
In a Sentimental Mood (Duke Ellington) – 3 ' – Piano e sampler
Memories of Tomorrow – 3' – (Keith Jarrett) – Piano solo

Piano: Uma história de 300 anos, em quatro concertos
Dias 21, 22, 28 e 29 de outubro de 2009.
Quartas e Quintas, às 21h.
Não recomendado para menores de 12 anos.
R$ 10,00 (inteira); R$ 5,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 2,50 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
320 lugares


Teatro SESC Anchieta do SESC Consolação
Rua Dr. Vila Nova, 245
Tel: 3234-3000
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Assessoria de Imprensa SESC Consolação e Teatro SESC Anchieta
Rita Solimeo Marin – Tel: 3234-3043

"CACTO" reestreia em São Paulo

CACTO

Texto e direção: Sergio Spina

 

A história de um homem que acaba de perder o seu irmão. Em três encontros, Zan confronta a solidão. O amigo de infância, o devaneio nazista e o encontro pela internet trazem o passado não resolvido, a crueldade sintomática instaurada pela família. O diálogo entre ser só, estar só e continuar só.

A peça teatral CACTO explora o quadro contemporâneo de uma pluralidade de informações através de uma perspectiva Expressionista amparada no "estranhamento" do indivíduo diante dos organismos filosóficos e sociais contemporâneos. Tal proposta permite ao núcleo cênico explorar a relação do homem com a solidão, instrumento este que une as personagens no desenvolvimento do enredo.
Com esse texto, instituem-se acontecimentos latentes que propõem, através do transcorrer do tema, uma reflexão sem interesse panfletário ou denotativo. O espetáculo apresenta uma linguagem artística que propicia o entretenimento, a interação e estimula a consciência.

FICHA TÉCNICA

Texto e Direção:
Sérgio Spina

Assistência de Direção:
Carol Guedes

Elenco:
Danilo Rodriguez
Luís Antônio
Lineu Carlos Constantino
Roberta Fonseca

Operador de Luz:
Fernando Saba

Operador de Som:
Rodrigo Manzelli

Realização:
CIA TEATRO DE FEBRE

Gênero: Drama
Recomendação: 16 anos
Duração: 80 minutos
Lotação: 60 lugares

DIAS: 16 E 17/10 ÀS 21H
18/10 ÀS 20H

SERVIÇO
Local: Macunaíma
Rua Adolfo Gordo, 238
Santa Cecília – SP
METRÔ MARECHAL DEODORO
Tel.: (11) 3667-0807
www.macunaima.com.br

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

BNDES inicia seleção para os shows da temporada 2010

 

BNDES inicia seleção para os shows da temporada 2010

O BNDES, com o intuito de fomentar a cadeia produtiva da música e divulgar artistas, intérpretes e composições brasileiras, além de criar canais de difusão para a produção cultural nacional, lançou nesta quarta-feira, dia 7, o edital para a escolha dos 37 espetáculos musicais que farão parte da temporada 2010 do projeto Quintas no BNDES. As inscrições já estão abertas e poderão ser feitas até o dia 20 de novembro.

As novidades da temporada 2010 são a inclusão de quatro espetáculos de música erudita e oito vagas destinadas à música popular brasileira instrumental; além da possibilidade de se fazer a inscrição pela Internet.

O projeto já faz parte da programação cultural da cidade há 25 anos e se constitui em um dos principais instrumentos de interação do BNDES com a comunidade, promovendo de forma efetiva a democratização da Cultura. Nesse período, foram realizadas mais de 950 apresentações, reunindo aproximadamente 280 mil pessoas.

Os shows serão classificados em três categorias: renome, destaque e novos talentos. A remuneração dos espetáculos será de R$ 35 mil, R$ 20 mil e R$ 12 mil, respectivamente. Os espetáculos vencedores serão agendados no período de março a dezembro de 2010, em dia e mês a serem definidos pelo BNDES.

Para mais informações, clique aqui.