terça-feira, 4 de maio de 2010

Microprojetos Mais Cultura

Microprojetos Mais Cultura

Produtores culturais da Região Norte vão receber orientações sobre edital.

Duas oficinas sobre o edital Microprojetos Mais Cultura serão realizadas nos estados do Pará e do Amapá. O objetivo é orientar os pequenos produtores culturais da Região Norte a elaborar projetos do Programa, que investirá R$ 13,8 milhões na Amazônia Legal.

O encontro em Belém acontece na quarta-feira, dia 5, de 14h às 18h, na Fonoteca  do Centur (Rua Sattyro de Mello, 650). Já em Macapá a atividade será no dia 6, das 14h às 18, no Museu Histórico Joaquim Caetano da Silva (Av. Mario Cruz 0376 - Centro).

Esta segunda edição do edital tem como foco principal a promoção da diversidade cultural da Amazônia Legal por meio do financiamento, não-reembolsável, de projetos de artistas, grupos artísticos independentes e produtores culturais. As iniciativas deverão ter como beneficiários jovens entre 17 e 29 anos, residentes nas localidades da região. As inscrições dos projetos podem ser feitas oralmente, gravadas em meio digital ou fita cassete. A medida visa facilitar e democratizar o acesso ao edital.

Este ano, o teto por projeto foi ampliado em cinco salários mínimos - 35 salários mínimos - para atender o 'custo amazônico', uma das principais deliberações da II Conferência Nacional de Cultura, realizada no último mês de março, em Brasília.

Conforme a secretária de Articulação Institucional do MinC e coordenadora executiva do Mais Cultura, Silvana Meireles, esse é o primeiro edital da Pasta para apoiar projetos culturais da Amazônia Legal. "Trata-se de uma região de grande riqueza cultural, mas historicamente sem acesso a financiamentos para pequenas produções. Além disso, estamos incorporando o 'custo amazônico' nas ações do Ministério e contribuindo para promover a cidadania de milhares de jovens da região amazônica", destaca.

O Edital de Microprojetos é uma parceria do Programa Mais Cultura com a Fundação Nacional de Artes (Funarte/MinC), a Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (SID/MinC), o Banco da Amazônia (Basa) e os governos estaduais da Região Amazônica.
 
Fonte MinC Duo

Mercado de Artes Plasticas opera em ritmo artificial

Mercado opera em ritmo artificial

Estudo de investidores mostra que peças de Cildo Meireles, Adriana Varejão e Beatriz Milhazes valem 50 vezes o que valiam em 2000

Num mercado enxugado pela altíssima demanda, obras de artistas consagrados, em geral os mortos, estão cada vez mais escassas, abrindo um vácuo para que as bolas da vez da arte contemporânea se transformem mais cedo que nunca em fetiche de colecionadores.

Beatriz Milhazes, Cildo Meireles, Vik Muniz e Adriana Varejão viraram cifrões luminosos em cartelas de investimento. Na cola deles, nomes da novíssima geração, como Thiago Rocha Pitta, Tatiana Blass, Henrique Oliveira e André Komatsu já sofrem especulação.
"Poucos ativos têm potencial de valorização tão grande quanto arte brasileira", diz Rodolfo Riechert, da consultoria Plural Capital. "É um dos melhores campos para investir."
Junto de Heitor Reis, ex-diretor do Museu de Arte Moderna da Bahia, Riechert criou um fundo de investimentos de R$ 40 milhões para arte brasileira. Um estudo que fizeram circula entre possíveis investidores e mostra que obras de alguns artistas hoje chegam a valer 50 vezes o que valiam há dez anos.
"Essa figura do investidor, que é comum lá fora, começou a aparecer também por aqui, gente que viu que comprar uma Beatriz Milhazes é um alto investimento", diz o galerista Oscar Cruz. "É sinal da evolução do mercado, é uma tendência."
No caso, tendência que leva o mercado a operar num ritmo artificial. A entrada de megainvestidores no circuito, às vezes mais interessados em lucrar com a revenda de obras em momentos estratégicos do que formar coleções, vem sustentando uma bolha especulativa e tornando menor o intervalo entre o momento em que o artista surge no circuito e a hora em que suas obras vão a leilão.

Espiral de valor
Trabalhos chegam a valer até cinco vezes sob o martelo do leiloeiro o preço que têm no cubo branco das galerias. Isso porque elas não têm "pronta entrega", nas palavras de Jones Bergamin, diretor da Bolsa de Arte, a casa de leilões mais importante do país. "Eles não têm como suprir a demanda do mercado, já que a rotatividade está muito intensa e o gosto muda muito rápido."
Dependendo desse gosto, séries específicas de alguns artistas, como as fotografias com diamantes, de Vik Muniz, ou as paredes que simulam charque, de Adriana Varejão, entram numa espiral descontrolada de valores. Isso pode estancar a demanda por esses artistas e levar a uma eventual desvalorização, ou seja, ao estouro da bolha.

"Tem gente que retira obra da galeria e manda entregar na casa de leilão", diz Márcia Fortes, da Fortes Vilaça. "É péssimo porque essas pessoas não representam o artista, só trabalham a especulação da obra", diz o galerista André Millan. "Mas não tem controle, a gente não comanda o espetáculo."

No máximo, galeristas tentam conter a alta excessiva dos valores comprando de volta obras de seus artistas que surgem no mercado. Até vão a leilões para resgatar suas obras e evitar que não sejam vendidas.

Mas, enquanto galeristas no país se assustam, esse movimento é normal no mercado internacional, sinal de que o país se aproxima de hábitos de consumo praticados lá fora. "Isso é bom, a gente tem de abrir a cabeça", diz Maria Baró, galerista espanhola radicada em São Paulo. "Isso de ficar marcando território é um erro."

Fonte Duo / Folha SP
 

Teatro - Resto de Cerveja em Copo Transparente

"RESTO DE CERVEJA EM COPO TRANSPARENTE",

de Sergio Pires, expõe fragilidades humanas

por intermédio de um casamento à beira do fim

 

 

A CIA. TEATRO NO PIRES estreia no próximo dia 8 de maio de 2010, no Espaço Cultural Pyndorama, o espetáculo RESTO DE CERVEJA EM COPO TRANSPARENTE, texto de Sergio Pires, direção de Emerson Rossini e atuações de Pedro Vieira e Izabel Lima. O espetáculo fica em cartaz até o dia 27 de junho.

 

"Resto....." conta a história de um casal à beira da separação, Giovanni e Marcela. Ambos refletem sobre os motivos do iminente divórcio: enquanto Giovanni bebe cerveja em um bar e divaga em busca de conclusões, Marcela fica em casa e remonta seu passado na tentativa de entender o que aconteceu com o presente.

 

O terceiro personagem da história é Henrique, onipresente durante a narrativa e que só existe nas entrelinhas do texto. Ele é o amigo gay do casal e acaba se tornando a base dos desencontros, pois Marcela tem ciúmes da amizade entre o marido e o amigo. "Ela sempre teve amigos gays, mas, apesar disso, o ciúme por essa amizade a impede que ela aceite que o marido faça o mesmo. A crise no casamento dos dois nasce do preconceito de Marcela", explica Emerson Rossini, diretor do espetáculo.

 

Em um texto ora delicado e onírico, ora ácido e provocativo, Sérgio Pires (Três Paredes e Meia) discute a procura pela felicidade, o desejo e a devassidão, confrontando personagens ambientados em um palco recheado de caixas de engradado de cerveja e cinco televisores, como os afixados nos bares. Os engradados funcionam como peças de encaixe e transformam o palco de acordo com as situações, alternando o espaço entre bar e residência do casal. O recurso foi imaginado e construído pelas mãos de Emerson Rossini, parceiro de Sérgio em produções como Cadência (2004) e Três Paredes e Meia (2007).

 

As tensões internas da trama de Resto de Cerveja em Copo Transparente ganham cores e formas por meio das atuações de Pedro Vieira (Giovanni) e Izabel Lima (Marcela). Pedro vive um personagem que passa um momento conturbado em sua vida, cheio de incertezas. Angústia e felicidade caminham de mãos dadas devido à separação. Ficará sem Marcela, esposa dedicada e cuidadosa, mas por outro lado, brinda consigo mesmo o fato de se tornar um novo homem após o fim do casamento. A liberdade e a diversidade são elementos novos em sua vida após começar a trabalhar em um bar freqüentado por prostitutas, travestis e garotos de programa.

 

HISTÓRICO DA COMPANHIA E DOS INTEGRANTES

 

A Cia. Teatro no Pires nasceu em 2000 com o espetáculo Esta Noite Ouvirei Chopin, encenado durante dois anos em festivais, mostras e temporadas. Em seguida, em 2001, o grupo estreou Fogueira... Ou Bueiro Do Amor. Na seqüência vieram Enlatado (2004) Cadência (2004 e 2005) e Três Paredes e Meia (2006 E 2007). É composta por Pedro Vieira, Sergio Pires e Emerson Rossini.

 

Emerson Rossini é formado em direção teatral pela Escola de Comunicação e Artes/USP-2005. Estudou na Escola de Arte Dramática EAD/USP e esteve à frente, como diretor, nas peças Cadência (2004) com texto de Sérgio Pires, Vozes Familiares com texto de Harold Pinter (2005), Três Paredes e Meia (2007) com texto de Sérgio Pires. Como ator, esteve nos espetáculos Os reis preguiçosos da Cia Francesa Transe Express, Abre as asas sobre nós, de Sérgio Roveri com direção de Luiz Valcazaras e A morta, de Oswald de Andrade, com direção de Luiz Fernando Ramos.

 

Sergio Pires é graduando em filosofia pela UNIFAI - Centro Universitário Assunção. Durante os anos de 2001 e 2002 integrou o núcleo de dramaturgos brasileiros em intercâmbio com o Royal Court Theatre de Londres, realizado pelo British Council. Dos 23 textos escritos para teatro, 15 já foram encenados, dentre eles Cadência, produzido pelos alunos da Escola de Arte Dramática da ECA/USP e Do Outro Lado do Morro Existe um Sonho, produzido pela Cia Pic Nic 2.

 

Pedro Vieira é formado em teatro pela Escola Macunaíma desde 1992 e integrou o Núcleo de Estudos do Teatro Contemporâneo na Escola Livre de Teatro de Santo André, orientado por Luiz Fernando Ramos, que resultou no espetáculo Sabia que Você Vai Morrer!.  Atuou em vários espetáculos, entre eles A Morta de Oswald de Andrade, com direção de Luiz Fernando Ramos, e em cinema atuou nos longas De Cara Limpa, Carandiru, Nina e Amanhã nunca mais.


Izabel Lima
é atriz e arte-educadora formada pela Escola Livre de Teatro no curso de formação de atores, dramaturgia e direção. Integrou a Cia. do Latão como atriz e colaboradora no núcleo musical. Protagonizou o curta-metragem Pérola, dirigido por Rodolfo David e produzido pela Escola Livre de Cinema, Garotas Do Abc, longa-metragem dirigido por Carlos Reichenbach e Plastic City, co-produçao Brasil-China dirigido por Yu Lik-Wai. Na televisão, participou da série Antonia dirigida por Gisele Barroso exibida pela Rede Globo, da série Alice dirigido por Karin Ainouz exibida pela HBO. Integrou o elenco de Por Toda Minha Vida-Dolores Duran especial exibido pela Rede Globo e dirigido por João Jardim.

 

Ficha técnica

Texto: Sérgio Pires direção: Emerson Rossini atores: Pedro Vieira, Izabel Lima cenário: Emerson Rossini figurino: Theodoro Cochcrane iluminação: Paulo Heise sonoplastia: Julius colaboração: Cacia Goulart design Gráfico: Claudio Queiroz produção: Pedro Vieira produção executiva: Pedro Vieira e Emerson Rossini vídeos: Alex Moletta e Sergio Pires fotos: Silvio Locali assessoria de imprensa: Canal Aberto

 

SERVIÇO

RESTO DE CERVEJA EM COPO TRANSPARENTE

Temporada: 8 de maio de 2010, até 27 de junho de 2010

Horários: aos sábados 21h e domingos às 20h

Espaço Cultural Pyndorama - Rua Turiassú, 481 - Perdizes (Próximo ao metrô Barra Funda) - Telefone: 11 3871-0373 Recomendação: 16 anos Lotação: 80 lugares

Ingresso: R$ 10 (meia) e 20 (inteira)

 

SESC Consolação estreia Um Brasileiro, dia 6 de maio.

SESC CONSOLAÇÃO ESTREIA "UM BRASILEIRO"
 
Neste texto assinado por Sérgio Carvalho da Fonseca e Rubens Curi, o ator Maurílio Domiciano interpreta seis personagens e aborda a questão daqueles que migram para as grandes cidades. Cenografia de Daniela Thomas, figurino de Claudia Schapira e iluminação de Davi de Brito
 
 
 
Migrante cheio de graça, o futuro é convosco,
Bendito sois vós entre os humanos
E bendito seja o fruto de vosso ato, a miscigenação.
Santo Migrante, mãe e pai de todos,
Rogai pelos tais senhores "donos da verdade",
Agora e na hora de nosso migrar!

"UM BRASILEIRO" conta a história do "José João da Silva", um migrante radicado em São Paulo, que, após enfrentar inúmeras dificuldades, vive um grave momento de crise em que o suicídio se apresenta como única alternativa. Neste momento crucial lhe acontece uma revelação transformadora. Devido a ela, não mais se vê como fracassado e vítima, mas se compreende como forte e especial que, apesar de todas as graves dificuldades, vence em força. Esta força tem sua origem em sua história e seus conteúdos pessoais, e que é o seu maior tesouro, com a qual impregna tanto seu dia-a-dia como suas ações e realizações junto à sociedade a sua volta. Revê memórias e as emoções que carregam, atualizando-as pelo viés da revelação, encontrando-as construtivas, amorosas, felizes. Seu olhar passa a ser o do observador consciente de seu papel, que mantém e fortalece sua capacidade inteligente de refletir a cultura diferente pelo viés da lucidez, criatividade, inteligência e bom humor. Desta forma "Zé João" se reconstrói e se reidentifica – liberta-se!
 
O espetáculo se debruça sobre a questão daqueles que migram para as grandes cidades e passam a contribuir para a formação e desenvolvimento humano, social, econômico, estrutural e cultural dessas cidades. Parte da idéia de que o protagonista não é um coitado e sofrido, como normalmente é considerado o migrante que não conquistou poder econômico ou social. O intuito é mostrar que o migrante traz de sua região de origem a força e os conteúdos que o fará conquistar seus espaços na nova cidade. Isto representa a chegada de força, amor, fé, esperança e trabalho que são fundamentais para a formação da multifacetada realidade cultural e humana das cidades.
 
O texto original, de Sergio Carvalho da Fonseca, fez parte do repertório do ator Maurílio Domiciano, que o experimentou durante quase dez anos, como performance, em suas andanças por cidades, teatros e grupos. Ao se estabelecer a parceria com o diretor Rubens Curi, este propôs mudança na concepção dramatúrgica, e o texto foi reescrito e ampliado, de forma a se tornar um espetáculo teatral e potencializar os aspectos positivos da questão do migrante e sua contribuição.
 
O ator interpreta, além da personagem central, cinco personagens fundamentais na construção da história de Zé João.
 
A cenografia, o figurino e a iluminação, respectivamente de Daniela Thomas, Claudia Schapira e Davi de Brito, dialogam pelo viés da diversidade cultural.
 
A proposta é que "Um Brasileiro" se comunique através de um lugar onde a razão não seja o filtro principal, mas sim a emoção e as intensidades subterrâneas desta personagem que encontra o caminho da expressão inteira e espontânea, conduzida pela urgência da felicidade lúcida e inteligente.
 
 
FICHA TÉCNICA
Direção: RUBENS CURI
Elenco: MAURÍLIO DOMICIANO
Texto: SÉRGIO CARVALHO DA FONSECA e RUBENS CURI
Cenografia: DANIELA THOMAS
Iluminação: DAVI DE BRITO e VÂNIA JACONIS
Figurino: CLAUDIA SCHAPIRA
Trilha Sonora: RUBENS CURI
Fotografia: MICHELA BRÍGIDA
Criação e Projeto Gráfico: VINÍCIUS PRADO
Produção: MAURÍLIO DOMICIANO
Assistente de Produção: ANA PAULA DE FARIA e  JORGE MELO
 
Estreia: Dia 6 de maio de 2010. Quinta, às 21h.
Temporada: De 6 a 28 de maio, quintas e sextas, às 21h. Duração: 60 minutos.
Local: Espaço Beta - 3º andar.
Número de lugares: 50
Não recomendado para menores de 14 anos
Preços: R$ 10,00 (inteira); R$ 5,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 2,50 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
 

SESC Consolação
Rua Dr. Vila Nova, 245
Tel: 3234-3000

Museu do Oratório com programação especial

 

Museu do Oratório prepara programação especial para a Semana de Museus

Atividades para toda a comunidade ouro-pretana e turistas

 

Uma semana dedicada à cultura, história, patrimônio e entretenimento. Entre os dias 17 a 23 de maio, os museus de Ouro Preto participam da 8ª Semana Nacional de Museus. O Museu do Oratório preparou uma programação cultural diversificada e para todas as idades.

 

Esse ano, o tema da Semana será "Museus para a Harmonia Social", que tem como propósito estreitar a relação dos museus com a comunidade. Dentro do tema proposto, o Museu do Oratório vai oferecer para a comunidade ouro-pretana e turistas, atividades como oficinas, visitas monitoradas, concertos musicais, dentre outros.

 

A Semana Nacional de Museus é um evento organizado pelo IBRAM – Instituto Brasileiro de Museus do Ministério da Cultura, que integra as instituições museológicas de todo o país.

 

Confira a programação completa:

 

05 de maio – Oficina das Cruzes de Santa Cruz
Oficina a ser realizada na E.M. Alfredo Baêta para a confecção das tradicionais cruzes do Dia de Santa Cruz, com intervenção no Largo do Cruzeiro da Rua Alvarenga.
Horário: 18h30 às 21h

Local: Bairro Cabeças
Participação dos alunos da EJA e professores (também aberto à comunidade).

Atividade gratuita.

 

13 de maio - Oficina de Palmas Barrocas
Artesã: Geralda da Piedade de Paula (Distrito de Santo Antônio do Leite)
Horário: 14h às 17h.

Local: Museu do Oratório
Inscrições gratuitas. Informações pelo Tel: (31) 3551 5369

 

16 de maio - PROGRAMAÇÃO CONJUNTA DOS MUSEUS DE OURO PRETO

Cortejo "Museus na Rua"

Local Saída: Museu do Oratório (Igreja de Nossa Senhora do Carmo)

Horário: 16h

Encerramento: Largo da Alegria – Rua São José

Instalação artística em frente ao Oratório de Rua – antigo Oratório de Nossa Senhora da Guia

Atividade aberta ao público.

 

18 de maio – Dia Internacional dos Museus

Visitas monitoradas (grupos de até 30 pessoas) e acesso gratuito para todos os visitantes.

Horário: 9h30 às 17h30.

Local: Museu do Oratório

Entrada franca.

 

 

20 de maio - Coroação de Nossa Senhora pelas Mães do Padre Faria.

Horário: 15h

Local: Museu do Oratório

Entrada franca.

 

22 de maio – Concerto da Série de Concertos no Museu do Oratório

Duo SPES – Violino e Fagote - Lançamento do CD IMAGENS

Músicos - Zoltan Paulinyi (violino) e Iracema Simon (fagote)

Horário: 18h30

Ingressos: R$ 10,00

Informações pelo Tel: (31) 3551 5369

 

PARTICIPE!!

 


Museu do Oratório – www.museudooratorio.org.br

info@museudooratorio.org.br

Adro da Igreja do Carmo, 28 – Centro - Ouro Preto/MG 

CEP: 35400 000

Tel.: (31) 3551 5369

 

Ballet Stagium / Dowm By Law

GALPÃO COM DANÇA

Apresentações de dança contemporânea com Cias. nacionais, estimulando o

intercâmbio e a pesquisa em dança.

 

 

Espetáculo BOSSA NOVA

Com Ballet Stagium. Direção geral de Décio Otero e Marika Gidali; coreografia

de Décio Otero; direção teatral de Marika Gidali. Pioneiro na utilização de canções

da MPB, o Stagium celebra  os 50 anos da Bossa Nova com um espetáculo que

lembra ícones desse movimento.

5/5, quarta, às 21h, no Galpão de Eventos.

R$ 10,00 (inteira) R$  5,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos,

estudantes e professores da rede pública de ensino) R$  2,50 (trabalhador no comércio

e serviços matriculado no SESC e dependentes).

Capacidade: 80 lugares. Livre

 

 

SESSÕES DE MAIO - CINEMA+

Filmes de diferentes nacionalidades, de produção independente, que se tornaram

referência estética e narrativa para as produções contemporâneas.

Dias 4, 11, 18/5, terças, às 19h30, na Sala de Cinema dos Estúdios Kaiser.

Grátis. Retirada de convites uma hora antes de cada sessão no local. Verifique a

classificação indicativa de cada filme. Endereço: Rua Mariana Junqueira, 33 –

Centro. Apoio: São Paulo Film Commission.

 

Dia 4/5 DOWN BY LAW

Dir. Jim Jarmusch (EUA, 1986, 105min, P&B). 14 anos. Três desajustados se

encontram em uma cadeia de Nova Orleans e têm que aprender a conviver.

Cult-movie e um dos mais importantes filmes do cinema independente americano

dos anos 80.

 

Dia 11/5 LEÓLO

Dir. Jean Claude Lauzon (Canadá, 1992, 105 min, Cor). 14 anos. Uma família assolada

pela loucura. Leolo, personagem principal está cada vez mais afundado nessa insanidade.

Uma obra-prima poética e um dos filmes mais emblemáticos da década de 90. Indicado

para a Palma de Ouro em Cannes, 1992.

 

Dia 18/5 O SUCESSO A QUALQUER PREÇO (GLENGARY GLEN ROSS)

Dir. James Foley (EUA, 1992, 100min, Cor). 14 anos. Com um elenco que inclui Jack

Lemmon, Al Pacino, Ed Harris e Kevin Spacey; e ainda texto do dramaturgo David Mamet,

o filme consegue transmitir toda a angústia dos personagens em situações-limite.

 
 
 
Caderno de programação on line do SESC Ribeirão
 
Maio 2010
 
Informações pelo telefone 16 39774 477, pelo email email@ribeirao.sescsp.org.br ou pelo site
programação para impressão.
 
SESC Ribeirão Preto

Rua Tibiriçá, 50, CEP 14010 090

www.sescsp.org.br

 

Semana Paulistana do Curta Metragem 2010 - Inscrições Abertas

INSCRIÇÕES ABERTAS !!!!
A Prefeitura do Município de São Paulo, por intermédio daSecretaria Municipal de Cultura, Centro Cultural São Paulo e ECINE - Escritório de Cinema de São Paulo (São Paulo City Film Commission), torna pública a abertura de inscrições para o Concurso
Semana Paulistana do Curta-Metragem 2010, que premiará os três melhores curtas-metragens, realizados em qualquer suporte, produzidos em Território Nacional há, no máximo, dois anos, contados a partir da data de início da Semana Paulistana do Curta-Metragem 2010, que vai de06 a 11 de Julho.
As inscrições vão até 20 de maio de 2010. Mais detalhes no edital, que você encontra no site do Centro Cultural São Paulo, junto com a ficha de inscrição.
A Semana Paulistana do Curta-Metragem 2010 será realizada no Centro Cultural São Paulo, na Sala Lima Barreto, na Sala Olido, na Sala da Biblioteca Viriato Correa e na Sala
Roberto Santos, todos equipamentos da Secretaria Municipal de Cultura, no período de 6 a 11 de julho de 2010, com entrada franqueada ao público.

DATAS e PREMIAÇÃO
PREMIAÇÃO
A Semana do Curta no CCSP vai premiar seus melhores Curtas-metragens com os seguintes prêmios:
1 Lugar - R$ 7.500,00
2 Lugar - R$ 5.000,00
3 Lugar - R$ 2.500,00
e mais 4 menções honrosas, definidas pelo júri, ainda sendo definido.
DATAS IMPORTANTES
Dia 20 de Maio - Fim das Inscrições para a Semana do Curta.
Dia 10 de Junho - Divulgação dos curtas a serem exibidos na Semana.
De 06 a 11 de Julho - Semana do Curta
Dia 10 de Julho - Divulgação dos Vencedores.
Dia 11 de Julho - Exibição do Programa Premiados.